Resolução da ONU condena o racismo sistêmico, sem mencionar EUA

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Uma resolução condenando o racismo sistêmico e a violência policial foi adotada por unanimidade pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU, após a retirada de uma menção que criticava especificamente os Estados Unidos.

O Conselho de Direitos Humanos, que os Estados Unidos abandonaram em 2018, adotou por consenso esta resolução apresentada pelos países africanos com urgência, após a morte de George Floyd e os protestos em massa contra o racismo em todo o mundo.

O tema foi discutido na ONU em meio aos protestos pelo caso George Floyd e violência policial nos EUA.

Houve um projeto inicial de resolução de um grupo africano que, em sua versão inicial, pedia o estabelecimento de uma comissão internacional independente de inquérito, uma estrutura de alto nível geralmente reservada para grandes crises como o conflito na Síria.

O texto pede à alta comissária dos Direitos Humanos, Michelle Bachelet (foto), “que estabeleça os fatos e as circunstâncias relacionadas ao racismo sistêmico, às supostas violações do direito internacional em questões de direitos humanos e maus-tratos contra africanos e pessoas de ascendência africana”.

Também condena “as práticas raciais discriminatórias e violentas da polícia contra africanos e pessoas de origem africana e o racismo estrutural endêmico do sistema penal, nos Estados Unidos e em outras partes do mundo”.

A ideia recebeu o apoio, em uma declaração por escrito, de Martin Luther King III, filho do ícone da luta pelos direitos civis da minoria negra nos Estados Unidos.

“Embora reconheça a natureza mundial do racismo e da violência policial, este Conselho deve garantir que o resultado desse debate de emergência se concentre nos esforços para responsabilizar os Estados Unidos”, disse um representante da poderosa organização americana de direitos civis ACLU (American Civil Liberties Union).

Fonte: Yahoo!

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