Alugar ou comprar um apartamento? Veja qual é a melhor opção para você

Contexto de vida e planos para o futuro são determinantes na hora de tomar essa decisão. Confira dicas para fazer a escolha mais assertiva para você

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São muitos os motivos que levam alguém a buscar um apartamento novo para morar: casamento, mudança de cidade, investimento do dinheiro, saída da casa dos pais, etc. No entanto, a decisão entre comprar ou alugar um imóvel é algo bastante comum e que tira o sono de muita gente.

Essa escolha tem a ver com a fase da vida em que se está e os planos para o futuro. Se a ideia é ficar pouco tempo naquela cidade ou bairro, alugar pode ser muito mais vantajoso. Agora, para planos de longo prazo ou investimento de dinheiro, comprar o imóvel pode ser a melhor ideia.

Resoluções de burocracias

Ambas as opções demandam organização e paciência para lidar com documentos e processos que podem ser bastante burocráticos.

Para comprar, é preciso:

– cópia do CNPJ da empresa vendedora (ou do CPF, no caso de pessoa física);

– cópia autenticada do contrato social;

– certidões negativas (cartório de protesto, ações cíveis, falência e concordata, justiça do trabalho, INSS, execuções fiscais, municipais, estaduais e justiça federal);

– escritura de propriedade registrada;

– certidão negativa de ônus reais;

– certidão negativa de IPTU;

– averbação da construção no Registro de Imóveis;

– registro de alienações;

– carta de Habite-se (alvará de uso do imóvel;

– planta baixa;

– registro do engenheiro responsável pela obra;

– contrato de compra e venda preenchido, datado e assinado,

– cópias de RG, CPF e certidão de estado civil dos compradores.

Se for usar o FGTS ou fazer financiamento, há mais uma série de documentos e procedimentos que devem ser feitos junto ao banco e à construtora ou ao vendedor antes de pegar as chaves do imóvel.

Para alugar também é preciso apresentar cópias de RG, CPF, comprovante de renda, comprovante de residência atual, fiador ou seguro fiança, três holerites, declaração de imposto de renda completa e cópia da carteira de trabalho.

O fiador tem de apresentar RG, CPF, comprovantes de renda e de residência, cópia do último IPTU de imóvel próprio e certidão de ônus real.

Poder de decisão

Quando o imóvel é próprio, você pode quebrar paredes, trocar revestimentos e pintá-lo conforme seu gosto ou necessidade. Em casas e apartamentos alugados, é preciso conversar com o proprietário para pedir a autorização.

No caso de reformas emergenciais, o locatário pode negociar desconto no valor do aluguel, uma vez que precisará arcar com esse custo. Em um imóvel próprio, a situação depende exclusivamente das finanças do dono.

A escolha das mobílias pode ser livre em ambos os casos, exceto para quem decide alugar um imóvel já mobiliado. Apesar da conveniência e da economia de não precisar montar a casa, as chances de personalizar o ambiente são mínimas.

Na hora de compor o décor, pode-se levar quadros, fotos e alguns objetos. Troca de móveis, estofados e até cortina precisa ser negociada com o proprietário.

Avaliação financeira

Diversos sites relacionados à economia indicam que é preciso avaliar o cenário como um todo antes de decidir entre comprar ou alugar um imóvel. Isso porque é preciso checar as perspectivas do mercado imobiliário e a taxa de juros do momento, que influencia no financiamento e na grana aplicada na poupança.

Se os juros caem, o dinheiro aplicado em fundos de investimento rende menos e pode não dar para pagar um aluguel. No entanto, se a ideia da pessoa é ficar pouco tempo naquela cidade ou país, o aluguel é a melhor pedida. Cada caso deve ser avaliado cuidadosamente, pensando no presente e no futuro.

Conteúdo produzido para o Jornal Leia Notícias

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