4 dicas para montar um quarto infantil

Cantinho dos pequenos deve combinar ludicidade, conforto e segurança

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Decorar o quarto de nossos filhos nem sempre é uma tarefa fácil. Apesar de ser uma atividade divertida, comprar os móveis, escolher as cores, decidir o local dos brinquedos e a disposição de tudo isso no cômodo pode ser bastante desafiador.

Nestas horas, é preciso cautela na tomada de decisões. Como esse tipo de decoração requer diversos cuidados, o melhor é fazer uma lista de prioridades para  não deixar nada importante de fora. A seguir, separamos cinco dicas essenciais que vão te auxiliar a montar um quarto infantil.

Escolha bem as cores

É normal que imaginemos que o quarto das crianças deve ser sempre bastante colorido. Em partes, isso é verdade. Cores estimulam a criatividade e trazem diferentes sensações para as crianças, mas não podemos nos esquecer que o quarto delas, acima de tudo, é um local de descanso.

Dessa forma, é aconselhável que duas paredes do quarto recebam cores mais neutras. Aqui, a cor branca pode ser uma boa escolha, balanceando a energia do cantinho dos pequenos. Nas paredes restantes, vale abusar da criatividade.

Paredes coloridas, papéis de parede temáticos, gravuras, pinturas aplicadas e até um painel, que proporcione à criança a possibilidade de riscar e apagar, são bons exemplos do que pode ser feito nas paredes do quarto que receberão mais cores.

De todo modo, cores quentes devem ser evitadas. Isso porque tons de vermelho, laranja e amarelo, por exemplo, trazem a sensação de movimento e dinâmica, o que pode ser prejudicial por muitas horas ao longo do dia, em especial, para crianças mais agitadas.

Invista em camas criativas

Uma boa maneira de incorporar itens de decoração que estimulem a criatividade das crianças é implementar camas criativas. Apesar de este móvel ser um item que, por si só, já é bastante funcional, você pode expandir a ideia por meio de aplicações inovadoras.

Aliás, não é difícil encontrar camas diferentes em comércios especializados em móveis infantis. Existem aquelas com formato de barracas de acampamento, outras de foguete e até algumas de castelo. Para quem tem pouco espaço, vale investir em camas mais altas, que criam uma espécie de mezanino no quarto.

Isso permite que a parte de baixo seja ocupada de outra maneira, com uma mesa ou uma prateleira, por exemplo. A dica vale, principalmente, para quem tiver o pé direito mais alto. Esse tipo de cama, porém, não é aconselhável para crianças menores, que podem se machucar com a presença de escadas no quarto.

Vale lembrar que camas temáticas devem acompanhar a idade das crianças. Os mais velhos, em geral, a partir dos dez anos, já se interessam menos por terem móveis menos convencionais.

Garanta a segurança

Em especial, para as crianças, os quartos são bem mais que cômodos de dormir. É comum que aqueles que têm um quarto agradável queiram passar muitas horas do dia ali, realizando várias de suas atividades. Esse desejo é complementa normal e saudável. Assim como os adultos, as crianças precisam ter seu próprio espaço.

Um fator importante a ser levado em consideração é a segurança do quarto para os filhos, especialmente, quando lembramos que eles não terão a supervisão de um adulto por todo o tempo em que estiverem ali. Aqui, mais uma vez, vale se atentar à idade da criança.

Interruptores e tomadas que estejam posicionadas ao alcance das crianças devem estar sempre bloqueados por protetores. Existem, inclusive, diversos deles com temas infantis, tornando-se mais um item de decoração. Objetos que possam quebrar, cortar ou que sejam muito pequenos também devem estar fora do alcance dos menores.

Converse com a criança

A partir dos três anos, as crianças já têm uma parte da personalidade formada. Consequentemente, elas têm alguns gostos e preferências já elaborados. Uma dica não muito apreciada pelos pais, mas que pode ser extremamente efetiva, é dialogar com a criança sobre como ela imagina o seu quarto ideal.

Ouvir a criança vai fazê-la valorizar mais o seu espaço pessoal. Ao mesmo tempo, uma vez que é bem provável que nem todas as demandas possam ser atendidas, vai ser uma forma de desenvolver um diálogo baseado em negociação com a criança.

Conteúdo produzido para o Jornal Leia Notícias

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