São Paulo terá R$ 17,5 milhões para gastar em reforços no ano que vem

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Até agora, o São Paulo contratou três reforços para a temporada 2017: o goleiro Sidão e os atacantes Wellington Nem e Neilton. E, para atender aos pedidos do técnico Rogério Ceni, o departamento financeiro do clube avisa: o orçamento do ano que vem prevê o uso de R$ 17,5 milhões para a contratação de novos jogadores. O valor foi divulgado pelo homem que comanda as finanças do clube, Adilson Alves Martins, que concedeu entrevista à Rádio Globo.

– Esse valor é o que está orçado. Mas é claro que pode aumentar. Afinal, se vendermos algum jogador e diminuirmos as despesas, é possível reverter ainda mais para contratações. Se o departamento de futebol entender que tem a necessidade de contratar, muito bem. Espero que sempre o faça de maneira organizada e também dê oportunidade à base, já que se gasta R$ 4 milhões por ano com ela – afirmou o dirigente.

Nos próximos dias, o quarto reforço deverá ser anunciado: o meia Cícero, que pertence ao Fluminense e será cedido com o pagamento dividido dos salários  do jogador.

Adilson revelou na entrevista que o São Paulo fechará a temporada 2016 com superávit de R$ 1 milhão. Isso pode ser considerado muito positivo, já que a previsão inicial era de um déficit de R$ 10 milhões.

– Saímos de um déficit de R$ 103 milhões em 2014, depois fomos para R$ 73 milhões em 2015 e agora um superávit de R$ 1 milhão. Conseguimos diminuir a dívida do clube em R$ 25 milhões, aderimos ao Profut e alongamos R$ 61 milhões em dívidas que serão pagas dentro do prazo de cinco anos. Estamos no caminho certo, mas ainda há muita coisa para fazer.

O clube conseguiu diminuir as dívidas porque teve aumento nas receitas.

– Tivemos várias receitas adicionais. Ganhamos mais do que o previsto na Libertadores. De vendas de jogadores, a previsão era de somarmos R$ 24 milhões e chegamos a R$ 80 milhões. Além disso, teve a negociação da TV fechada, que rendeu mais R$ 60 milhões. Com isso, conseguimos amortizar uma parte da dívida. Também preciso ressaltar o ótimo trabalho feito pelo marketing, o que também provocou aumento na receita – ressaltou.

O dirigente também falou que o clube foi obrigado a pegar empréstimo de R$ 10 milhões para quitar débitos de 13º e férias dos jogadores neste final do ano. O clube esperava receber outras receitas para não ter que fazer isso, mas não obteve sucesso. O superávit de R$ 1 milhão já está contando o valor que foi pego no banco.

– Em dezembro, há queda de receita e aumento da despesa. Por isso, fomos a bancos. Com isso, conseguimos honrar todos os compromissos.

Adilson também falou que o clube deixará de faturar pelo menos R$ 10 milhões por não participar da Taça Libertadores da América de 2017.

– Eu posso dizer que a Libertadores rendeu R$ 22 milhões líquidos ao São Paulo em 2016. Não disputar causa um prejuízo, mas espero que o clube possa compensar de outra maneira. Se o Rogério conseguir montar um time competitivo, passaremos a ter boa receita de bilheteria e isso também vai ajudar. Vamos ter uma reunião no fim de janeiro para discutir preço dos ingressos e precisaremos achar um equilíbrio entre o que o clube quer e o torcedor espera – afirmou.

Fonte: G1

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