Pré-adolescentes X sexo: como proteger seus filhos quanto ao uso da internet?

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Hoje em dia, é um fato que MUITOS PRÉ-ADOLESCENTES DE 10, 11, 12 ANOS DE IDADE JÁ TENHAM CONTATO COM ASSUNTOS RELACIONADOS AO SEXO, especialmente pela facilidade de acesso proporcionada pela internet. Para os pais, e na maioria das vezes, essa questão acaba sendo bem delicada de encarar. Afinal de contas, é possível postergá-la? Como proceder para evitar que um cenário mais preocupante tome lugar, dado os altos índices de violência, assédio e outros casos sexuais? A TERAPEUTA ANA CANOSA ensina quais os passos mais adequados nesse sentido. Veja abaixo:

A TV ENSINA?

“A MÉDIA DE INICIAÇÃO NO SEXO ESTÁ ENTRE 14 A 16 atualmente – tanto de meninos como meninas”, introduz. “Só que o que a gente observa é que, antes disso, eles JÁ ESTÃO BASTANTE EROTIZADOS. No aspecto da REPRODUÇÃO CULTURAL DO QUE É CONSIDERADO SENSUAL E ERÓTICO (como a vestimenta, costumes, maneira de dançar, etc.), e que está na mídia – em todas elas”.

TRANSFORMAÇÕES NATURAIS

Deixar uma criança no quarto com acesso livre à rede pode abrir possibilidades para ela acessar conteúdo impróprio para a idade FOTO: thinsktock

Embora isso aconteça, não há a clara intenção de se relacionar sexualmente com o outro. Essa fase, segundo ela, é muito complexa: o corpo está mudando, assim como a cabeça, os pensamentos e percepções. Uma vez que se rompe o CÍRCULO FAMILIAR, A TURMA DE AMIGOS TENDE A SER MUITO MAIS FORTE (EM TERMOS DE INFLUÊNCIA). “Principalmente por causa da comunicação, pelo fato de o CELULAR E O SMARTPHONE SEREM QUASE UM PROLONGAMENTO DO CORPO conectado às redes”, comenta. Antes, existia somente o grupo da escola e do bairro; agora, há a possibilidade de “conviver” (virtualmente) com milhões de pessoas.

QUEM É RESPONSÁVEL

“Claro que os PAIS TÊM QUE FICAR PRESENTES e PRESTAR ATENÇÃO NO QUE OS JOVENS ACESSAM”, diz. “Quanto mais novos forem, mais você tem como INSTALAR RECURSOS, COMO FILTROS NOS COMPUTADORES OU TABLETS, que restrinjam o alcance ao conteúdo pornográfico, por exemplo”. Agora, impedir que conversem inbox é quase impossível.

ACOMPANHAMENTO BEM DE PERTINHO

Não descuide do que o seu filho vê no mundo online. Se for preciso, cheque o histórico de acesso FOTO: thinkstock

De qualquer maneira, Ana afirma que a disponibilização dos aparelhos eletrônicos logo na infância pode piorar o quadro. “Você tem lá: a criança de 9 anos com um computador dentro do próprio quarto, à noite, sozinha, com a internet ligada e a oportunidade de encontrar tudo que procura”, alerta. “Se é para mexer, fazer alguma consulta, que seja dentro de casa, com a máquina da família, e a mãe o pai juntos. Quanto maior a incorporação do hábito dentro do espaço comum, melhor; assim você dispõe de uma MANEIRA UM POUCO MAIS PRÓXIMA DE VER O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM O SEU FILHO”.

PREPARO PARA A VIDA

“Para além disso, é conversar muito, FALAR MUITO SOBRE SEXUALIDADE (não negar a informação), ser muito franco, para eles entenderem que podem contar com você para tudo”, recomenda. É preciso esclarecer, intervir e antecipar esse momento para que possamAPRENDER A PENSAR ANTES DE AGIR (dado que a propensão é fazer exatamente o contrário nessa época, e à proporção que vão ficando mais adolescentes).

O QUE É LEGAL E O QUE NÃO É

“Se a CRIANÇA NÃO É EDUCADA SEXUALMENTE, ela pode não ter consciência de que aquilo que está acontecendo no universo online é assédio”, fala. “Suponhamos, a MINHA FILHA DE 9 ANOS VAI DISTINGUIR QUE O CARA TECLANDO DO OUTRO LADO É ADULTO, E O QUE O QUE QUER É EROTIZADO E SE CHAMA SEXO?”, enfatiza. O primordial é explicar que alguns sites são legais, outros não; que muita “gente grande” por aí quer namorar com os pequenos, e isso não é permitido, entre demais abordagens.

SOU RESPONSÁVEL!

A terapeuta coloca que não se trata apenas de uma ação preventiva, mas uma série delas. À medida que a garotada for crescendo, e a compreensão acerca de tudo que a envolve for aumentando, você deve ir mostrando que É UMA RESPONSABILIDADE USAR TODOS OS MEIOS TECNOLÓGICOS, assim como o relacionamento e o grau de educação que se mantêm neles – desde cedo! “O seu filho chega e fala: mas por que eu não posso JOGAR VÍDEO GAME POR TRÊS HORAS? Porque você fica excitado, agitado, o jogo gera uma frustração conforme não se passa de etapa, te deixa irritado… Isso não faz bem; à noite não é bom por causa do sono…”, demonstra.

PRECAUÇÃO VALE POR DOIS!

São muitos os livros sobre o tema, os quais podem ser consultados. Inclusive, a profissional indica verificar o endereço new.safenet.org.br, um serviço de AJUDA CONTRA CRIMES E VIOLAÇÕES DOS DIREITOS HUMANOS NO AMBIENTE CIBERNÉTICO. Por mais que todas as medidas sejam tomadas, e os progenitores sejam participativos, é bom sempre ficar de olho,CHECAR O HISTÓRICO LÁ NA BARRA DE FERRAMENTAS e nunca descuidar. “É PRIVACIDADE ENTRE ASPAS”, Ana reforça. “Mesmo com o controle, alguma coisa pode escapar, pois o interesse eventualmente surgirá – é da natureza”. A punição agressiva, de acordo com ela, nunca deve ser encarada como caminho para resolvê-la. Sentar, AVALIAR A EXTENSÃO DO OCORRIDO e tomar os procedimentos cabíveis – até os na esfera legal, de acionamento de polícia ou defesa da criança – são aconselhados.

Fonte: Daquidali

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