Operação da PF prende em Bauru integrante de grupo responsável por tráfico de cocaína entre estados

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A Polícia Federal (PF) prendeu um dos integrantes da quadrilha especializada no transporte de cocaína de Mato Grosso do Sul para São Paulo, em Bauru, interior paulista. A prisão foi feita na manhã desta segunda-feira (9) durante a operação Aversa.

Mais de 70 policiais cumpriram 13 mandados de prisão preventiva e 20 mandados de busca e apreensão nas cidades de Corumbá e Campo Grande, no estado do Mato Grosso do Sul, e Guarulhos, Presidente Prudente, Martinópolis, Regente Feijó e Bauru, no estado de São Paulo.

Segundo o delegado de Corumbá (MS) que comanda a operação, Alan Givigi, o homem preso em Bauru tem 34 anos e foi encontrado no Jardim Bela Vista. Papéis e um celular foram apreendidos no local.

A PF informou ainda que o suspeito tem passagens por tráfico de drogas e que ele seria o responsável pela compra dos entorpecentes em grande quantidade para depois vender para outros traficantes da cidade e da região.

O homem foi interrogado na sede da Polícia Federal de Bauru e levado ao Centro de Detenção Provisória (CDP) da cidade.

Operação

Arma e munição apreendidos pela PF na operação Aversa — Foto: PF/Divulgação
Arma e munição apreendidos pela PF na operação Aversa (Fotos: PF/Divulgação)

A operação Aversa foi deflagrada na manhã desta segunda-feira (9) e ganhou esse nome por causa de uma localidade italiana conhecida pela produção de um tipo específico de queijo, cujo nome é o mesmo da alcunha de um dos principais investigados na operação.

Segundo a PF, a investigação que levou a desarticulação da quadrilha começou em 2019, após a apreensão de mais de meia tonelada de cocaína e a prisão de dois motoristas.

As investigações relevaram uma sofisticada rede logística e de lavagem de dinheiro, que incluiu carretas construídas especificamente para o transporte de drogas, além de uma estrutura de pagamentos de motoristas, auxiliares e fornecedores de entorpecentes.

Os policiais identificaram que a movimentação financeira da quadrilha desde 2018 é de aproximadamente R$ 24 milhões.

Fonte: G1

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