15 de julho, 2026

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Mãe de Isabella Nardoni estará em Botucatu para encontros sobre prevenção à violência contra crianças

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Ana Carolina Oliveira participa nesta quinta-feira (16) de duas ações gratuitas do projeto “Silêncio que Grita”, voltado à conscientização e à proteção da infância.

Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella Nardoni, estará em Botucatu nesta quinta-feira (16) para participar de dois encontros gratuitos voltados à prevenção da violência, do abuso e da exploração de crianças e adolescentes.

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As atividades fazem parte do projeto “Silêncio que Grita”, iniciativa que busca ampliar o debate sobre a proteção da infância, incentivar denúncias e preparar famílias, educadores, profissionais e a comunidade para reconhecer sinais de violência e oferecer acolhimento às vítimas.

O primeiro encontro será realizado às 15h30, na Associação Comunitária João de Barros, localizada na Rua Jornalista Pedro Chifrada, 1620, no Jardim Santa Mônica. A programação terá uma roda de conversa com Ana Carolina sobre a importância de romper o silêncio e fortalecer a rede de proteção às crianças.

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À noite, a partir das 19 horas, ela será palestrante do evento promovido pela Associação Fênix, na Associação Restaurar, localizada na Rua José Ventrela, 78, no bairro Reflorenda. A participação também é gratuita, com inscrições disponibilizadas pela plataforma Sympla.

Com a mensagem “A voz das crianças que sofrem caladas”, o projeto realiza capacitações, produz conteúdos educativos, promove ações de conscientização e estabelece parcerias para envolver diferentes setores da sociedade na prevenção da violência infantil.

Após a morte da filha Isabella, aos 5 anos, Ana Carolina passou a atuar publicamente na defesa de crianças, mulheres e pessoas em situação de vulnerabilidade. Ao longo dos anos, transformou a experiência pessoal em uma trajetória voltada à conscientização, ao acolhimento e ao fortalecimento de políticas de proteção.

A proposta dos encontros em Botucatu é reforçar que a prevenção não depende apenas dos órgãos públicos, mas também da atenção e do compromisso de toda a sociedade. A orientação é que sinais de violência não sejam ignorados e que situações suspeitas sejam encaminhadas aos canais oficiais de proteção.

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