Instrutor da polícia de Minneapolis diz que manobra que matou George Floyd é desaconselhada

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Mais um policial de Minneapolis, nos Estados Unidos, se apresentou como testemunha no julgamento de Derek Chauvin, ex-agente acusado de matar George Floyd no ano passado durante uma abordagem.

Nesta terça-feira (6), Johnny Mercil (foto), que é instrutor da polícia, disse que a manobra de sufocamento aplicada contra Floyd — ajoelhar no pescoço da pessoa abordada — está fora dos padrões da corporação.

Segundo Mercil, há sim uma recomendação para os policiais pressionarem com os joelhos as costas ou os ombros para controlar um suspeito que ofereça resistência.

“Mas pedimos aos policiais que fiquem longe do pescoço quando possível”, reforçou o instrutor.

Além disso, outros depoimentos recolhidos pelos investigadores ao longo do processo e divulgados nesta terça mostram que Derek Chauvin havia passado por treinamento em 2016 sobre como lidar com pessoas em crises nervosas. Nesse processo, os policiais aprendem técnicas de conter os suspeitos abordados e, segundo o instrutor Mercil, são ensinados a usar o mínimo de força e preservar a vida.

A versão de Mercil contradiz a defesa de Chauvin — o advogado Eric Nelson argumenta que as práticas usadas pelo policial expulso são ensinadas dentro da corporação.

Porém, integrantes da polícia de Minneapolis vêm insistindo que Chauvin ultrapassou os limites na detenção de Floyd. Na segunda-feira, o chefe da corporação, Medaria Arradondo, disse que a conduta de Chauvin “não é parte do nosso treinamento, e certamente não é parte de nossa ética e dos nossos valores”.

Arradondo disse que ficou chocado quando, algumas horas após a prisão, viu pela primeira vez o vídeo de uma testemunha que mostra Chauvin, que é branco, se ajoelhando no pescoço de Floyd, um homem negro de 40 anos que estava algemado, por nove minutos e 29 segundos.

Fonte: Yahoo!

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