Como escolher a máscara de proteção adequada

Tamanho, tecido e conforto devem ser avaliados, já que eles têm tudo a ver com a qualidade da proteção oferecida pelo acessório.

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Em 2020, as máscaras de proteção viraram acessórios indispensáveis para sair de casa e se proteger contra o coronavírus. Por conta disso, é possível encontrá-las em praticamente todo lugar, numa infinidade de cores e modelos.

No entanto, nem todas as máscaras que a gente vê nas ruas oferecem a proteção ideal. Por isso, é preciso estar atento para não correr riscos desnecessários. Entender as especificidades desse equipamento de proteção é o primeiro passo para fazer a escolha certa.

Há vários tipos de máscara, então, entender a diferença entre elas é fundamental para saber se você está fazendo o uso correto. Algumas são descartáveis, e outras podem ser reutilizadas. Ainda existe a opção da máscara antiviral, que atua contra a contaminação cruzada.

As descartáveis são recomendadas, especialmente, para os profissionais de saúde e pessoas que trabalham em profissões que as colocam em risco, como o comércio. Essas máscaras são jogadas no lixo após o uso, levando o vírus com elas.

No entanto, para que não faltem máscaras para quem mais precisa, as opções caseiras e reutilizáveis são recomendadas para a maioria das pessoas, sobretudo, para aquelas que não apresentam nenhum sintoma e estão utilizando o equipamento apenas por precaução.

Os acessórios feitos em casa são mais sustentáveis, mas precisam ser lavados, secos e armazenados adequadamente para que garantam a máxima proteção. A indicação é que as máscaras fiquem de molho em uma solução com água sanitária, sejam lavadas ao sol e colocadas para secar em local arejado.

De acordo com uma pesquisa feita pela Universidade de Qingdao, na China, as máscaras confeccionadas em casa podem ter mais de 95% de eficácia. No entanto, elas precisam ser feitas de um tecido adequado e utilizadas corretamente.

A recomendação tanto para as descartáveis, quanto para as reutilizáveis, é que sejam trocadas após algumas horas de uso. As máscaras antivirais são uma opção para quem não quer ou vive se esquecendo de fazer isso, pois prometem desativar o vírus assim que ele entra em contato com o tecido.

O que é preciso saber para fazer a escolha certa?

No início de abril, o Ministério da Saúde publicou uma cartilha com regras para quem quer fazer a própria máscara. Vale dar uma olhada no material completo para avaliar se você está considerando todas as exigências.

Uma das recomendações deste manual é que as máscaras devem ter uma dupla camada de proteção. Um jeito de fazer isso é utilizar e trocar os filtros com frequência. As máscaras que vêm adaptadas a isso são opções melhores.

Outra recomendação é se atentar para o tamanho, que deve cobrir todo o nariz e a boca. Também é bom analisar se a máscara fica confortável no seu rosto. Se o acessório fica saindo ou te incomodando, a tendência é que você o toque mais vezes, o que aumenta as chances de contágio.

O TNT e o algodão são os tecidos caseiros que oferecem maior proteção. Em geral, os sintéticos protegem menos e podem irritar as vias aéreas. No entanto, o TNT é não pode ser lavado muitas vezes, ao contrário do algodão, que dura mais.

Quando os escudos faciais são recomendados?

Quanto mais protegido estiver o seu rosto, melhor. Por isso, em muitas ocasiões, pode ser o caso de utilizar um escudo facial, que cobre todo o rosto, protegendo os olhos também.

Contudo, para uma proteção completa, a indicação é que o escudo facial seja utilizado junto de uma máscara. Em contrapartida, a combinação pode tornar os equipamentos desconfortáveis, especialmente, quando está muito calor.

Conteúdo Produzido para o Jornal Leia Notícias

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