Como as agências de viagem estão se adaptando ao ‘novo normal’

O mundo que conhecíamos antes pode não voltar a existir, mas não vamos deixar de viajar por conta disso

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O setor de turismo foi um dos primeiros a parar e um dos últimos que voltará à normalidade. Aos poucos, os locais estão reabrindo, com muitos protocolos de segurança e novas apostas para incentivar as pessoas a continuarem viajando para os melhores destinos do Brasil.

Além dos milhares de negócios e empregos que dependem do setor, as pessoas querem viajar. No entanto, agora, elas estão cada vez mais preocupadas com a saúde e precisam se sentir seguras para saírem de casa.

As agências de viagem sabem disso e já estão se adaptando. A seguir, conheça algumas das tendências que devem dominar o modo como viajaremos de agora em diante.

Valorização da natureza

Querendo ou não, todo mundo acabou passando mais tempo trancado em casas e apartamentos, o que nos deixou sedentos por algum contato com a natureza. No período em que a recomendação foi a de ficar em casa, quem tinha um simples quintal já era mais privilegiado que os demais.

Além disso, lugares abertos simplesmente são mais seguros nesse momento. Para começar, o ar circula e diminui as chances do vírus entrar em contato com as pessoas. Mais espaço também favorece o distanciamento, que, por enquanto, ainda é uma recomendação.

Hotéis fazendas e outros tipos de hospedagem no meio da natureza, com mais área externa, estão em vantagem. As agências de turismo estão investindo em pacotes com esse tipo de opção, e os estabelecimentos também estão se preparando, reforçando medidas sanitárias.

Os roteiros turísticos devem passar a oferecer cada vez mais opções de passeios e programas ao ar livre, em contato com floresta, mar, rios e cachoeiras. O ecoturismo já vinha crescendo antes disso tudo e, agora, mais do que nunca.

Protagonismo da tecnologia

A tecnologia já está muito presente no turismo, mas, com a pandemia, ela se tornou ainda mais fundamental. Todo tipo de serviço é oferecido on-line: desde reserva da viagem, até check-in e acesso ao quarto sem ter que tocar em nada.

Além disso, muitas experiências em locais fechados, como museus, estão sendo disponibilizadas digitalmente. Várias visitas vão passar a acontecer assim de agora em diante. A maioria das pessoas acha que não é a mesma coisa, mas também tem outro público que adorou descobrir uma forma alternativa de “ir aos locais”, sem sair de casa.

Preferência por destinos mais próximos

Mesmo com todas as medidas de segurança, viajar ainda é um risco. Se for de avião, pior. Caso seja uma viagem longa, com mais horas de voo, piora mais ainda. Por isso, outra tendência é que os turistas passem a valorizar destinos mais próximos de casa.

Um voo curto, no qual você não precisa se alimentar, ou uma viagem que dá para ser feita de carro são, certamente, mais seguros. Muita gente vai preferir viajar assim, o que deve fomentar o crescimento do turismo local.

Além disso, as viagens internacionais devem ficar mais burocráticas, visto que a abertura e o fechamento das fronteiras depende de cada governo e da evolução da doença em cada localidade.

Consumo consciente

A preocupação crescente com a saúde também contribuiu para formar cidadãos mais conscientes e atentos a toda a cadeia de consumo. Por isso, destinos que se preocupam com a preservação ambiental e adotam atitudes sustentáveis estão em alta.

A pandemia mostrou que o coletivo depende de todos. Segundo uma pesquisa feita pelo Instituto Akatu, pelo menos, metade dos consumidores está fazendo escolhas mais conscientes, e eles pretendem continuar assim quando essa crise passar.

Ao que tudo indica, o mundo nunca mais será o mesmo, nem nós ou as agências de turismo e a nossa forma de viajar.

Conteúdo produzido para o Jornal Leia Notícias

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