Colômbia veta entrada da seleção de basquete no país por conta da variante brasileira do coronavírus

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Nos dias 21 e 22 de fevereiro, a seleção brasileira masculina de basquete entraria em quadra em Cáli, na Colômbia, para a disputa dos dois últimos jogos pelas Eliminatórias da FIBA para a AmeriCup 2022. Entraria. No entanto, o governo colombiano vetou a entrada no país de pessoas provenientes do Brasil devido à variante brasileira do coronavírus. A seleção enfrentaria Panamá e Paraguai.

Nesta segunda-feira, a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) foi comunicada, através da Federação Colombiana, que jogadores e comissão técnica do Brasil estão proibidos de entrar na Colômbia. A proibição foi do Ministério da Saúde do país, que levou em consideração o estado da pandemia de Covid-19 e a variante brasileira do vírus, que vem preocupando pesquisadores. A Federação Internacional de Basquete (FIBA) tentou a liberação junto à Federação Colombiana, em caráter de exceção, mas não teve sucesso.

A seleção brasileira já está classificada para a Americup 2022 e usaria as duas últimas partidas para testar e dar rodagem a jovens talentos. A equipe lidera o Grupo B com quatro vitórias e nenhuma derrota. O técnico Aleksandar Petrovic já havia chegado em Cáli quando a CBB foi informada do veto à entrada dos brasileiros. O croata voou de Zagreb, capital da Croácia, para a Colômbia, por isso não teve problemas para ingressar no país.

Em um comunicado oficial, o diretor do Departamento de Epidemiologia da Colômbia, Sr. Julián Niño, explicou a decisão:

“Em 2021, expedimos a resolução 080, de medidas preventivas e de controle sanitário de passageiros provenientes do Brasil por conta do novo coronavírus. Considerando a situação da pandemia atual e a emergência de uma variante no Brasil com um comportamento clínico e epidemiológico diferente, e para salvaguardar o direito à saúde, não poderão ingressar no país.

A Federação Colombiana de Basquete, por meio de carta ao Ministério da Saúde, no dia 14 de fevereiro, domingo, explicou todas as condições da bolha da AmeriCup em Cáli, com a obrigatoriedade de cumprir os protocolos de saúde que a FIBA exige com dois exames PCR negativos para cada integrante das delegações que irão jogar antes da chegada a Cáli, ainda mais rígido que o utilizado na Argentina em novembro de 2020, quando o Brasil também jogou pelas Eliminatórias da Americup 2022, o que não foi suficiente.”

Fonte: G1Foto: Divulgação/Fiba

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