23 de maio, 2026

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Botucatu registra 218 casos e 27 mortes por síndrome respiratória grave em 2026

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Casos aumentam com chegada do frio e UTIs da região operam com alta ocupação; paciente de 31 anos precisou ser internada em estado grave

A queda das temperaturas nas primeiras horas da manhã e durante a noite já começa a refletir diretamente no aumento dos casos de síndromes respiratórias graves em Botucatu e cidades da região.

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Segundo dados divulgados nesta semana, Botucatu contabilizou, somente em 2026, 218 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), com 27 mortes registradas até o momento. Os números estão entre os mais elevados da região e acendem alerta para o período de frio.

Entre as cidades do centro-oeste paulista, Jaú lidera em quantidade de registros, com 126 casos confirmados e uma morte. Em Marília, foram contabilizados 192 casos e 10 mortes. Já Bauru soma 81 casos e 19 mortes neste ano.

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Durante reportagem exibida pela TV TEM, o médico responsável pelo pronto-socorro da Santa Casa de Jaú informou que houve aumento significativo na procura por atendimento nas últimas semanas.

Segundo ele, o crescimento nos atendimentos por sintomas respiratórios varia entre 30% e 40%, dependendo do dia.

O médico destacou ainda que, apesar da maioria dos pacientes apresentar quadros leves inicialmente, algumas situações evoluem rapidamente para estados graves, exigindo internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Um dos casos citados foi o de uma mulher de 31 anos, que inicialmente apresentava sintomas gripais e realizava tratamento em casa. Após piora no quadro respiratório, ela precisou ser internada e transferida para a UTI.

A Santa Casa de Jaú informou que os 39 leitos de UTI da unidade estão ocupados atualmente, atendendo pacientes com doenças respiratórias, além de casos cardiológicos e neurológicos.

Com o avanço das temperaturas mais baixas, autoridades de saúde reforçam a importância da vacinação contra a gripe, disponível nas unidades básicas de saúde, além da procura por atendimento médico diante de sintomas persistentes, febre alta, dificuldade para respirar e agravamento do quadro clínico.

Os hospitais da região também acompanham com atenção o aumento da demanda nos prontos-socorros neste período do ano.

Com G1

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