Ativista pró-armas baleada pelo filho de 4 anos pode ser presa

A ativista pró-armas Jamie Gilt, que foi acidentalmente baleada por seu filho de 4 anos de idade, poderá ser presa, segundo informaram as autoridades americanas. O gabinete do xerife do condado de Putnam County, na Flórida, nos Estados Unidos, disse que ela será acusada de contravenção em segundo grau, que no país acarreta numa pena de até 180 dias (6 meses).

Segundo a ‘CNN”, o capitão Gator DeLoach disse que apoia os direitos dos cidadãos de possuírem armas de fogo, mas os proprietários de armas têm a “responsabilidade adicional de garantir as crianças não tenham acesso não intencional a um arma de fogo na esperança de evitar tragédias como esta”.

Jamie Gilt foi atingida pelo filho no último dia 9. Segundo a polícia, Jamie Gilt tinha deixado a arma no banco da frente do carro, mas ela escorregou e o menino a pegou. Ele atirou acidentalmente na mãe enquanto ela dirigia por uma estrada. A polícia investiga o que aconteceu.

Curiosamente, o caso ocorreu um dia após Jamie defender que até o menino sabia atirar. “Até o meu filho de 4 anos de idade se levanta e atira com uma arma calibre 22”, Gilt escreveu no Facebook durante um debate online sobre armas de foto como meio de autodefesa. Ela acredita que qualquer um tem o direito de atirar, e está ensinando os filhos a fazerem o mesmo.

Fonte: Extra

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