Araraquara vai tratar casos de Covid-19 com plasma sanguíneo em parceria com o Butantan

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A Prefeitura de Araraquara (SP), em parceria com o Instituto Butantan, vai iniciar um tratamento contra Covid-19 usando plasma sanguíneo coletado de pessoas que já tiveram a doença.

A técnica já vem sendo utilizada em vários países, como os Estados Unidos e o Reino Unido. No Brasil, o Rio de Janeiro é pioneiro no tratamento, que também já é usado em Manaus. A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) afirma que a eficácia ainda não é comprovada.

Com aumento de casos e internações, a cidade já está no 6º dia de UTIs lotadas. A variante brasileira do novo coronavírus foi identificada e pode ter relação com a alta.

O município decretou proibição de circulação, fechamento de supermercados e postos por 60 horas a partir de domingo para conter a doença, que já matou 170 pessoas.

Tratamento com grupos de risco

Em uma reunião virtual na manhã deste sábado (20), o prefeito Edinho Silva (PT), autoridades de saúde do município e o Instituto Butantan definiram que o tratamento com plasma será aplicado em pacientes do grupo de risco infectados pelo vírus.

Ele consiste na infusão de plasma sanguíneo com anticorpos da doença em pacientes infectados pelo novo coronavírus. Com isso, ele vai incentivar o organismo do paciente com Covid-19 a se defender da infecção.

Receberão o tratamentos os pacientes com 60 anos ou mais, com comorbidades (como diabetes, pressão alta e obesidade) e que estejam apresentando sintomas da Covid-19 até três dias antes do diagnóstico.

“É um tratamento que deverá reduzir os óbitos do principal grupo de risco e que já foi utilizado em Manaus, que enfrentou o colapso do sistema de saúde”, disse o prefeito.

Ainda não foi divulgada data para início do tratamento com o plasma.

Rastreamento por geolocalização

Também em parceria com o instituto, Araraquara será pioneira na utilização da metodologia Contact Tracing – ou rastreamento de contatos.

Trata-se de uma estratégia usada para combater infecções contagiosas do Butantan. Para isso, a ideia é localizar, por meio da tecnologia, pessoas infectadas e identificar todas as outras pessoas que tiveram contato com elas.

Fonte: G1

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