16 de maio, 2026

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Apartamentos seguem sem energia há quatro dias nos Predinhos do CDHU em Botucatu

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Moradores enfrentam dificuldades desde incêndio em casa de energia do Bloco 6; famílias com crianças, idosos e uma moradora acamada aguardam solução

Moradores dos Predinhos do CDHU, em Botucatu, seguem enfrentando dificuldades após o incêndio registrado na noite da última terça-feira (12) atingir a casa de energia do Bloco 6 do conjunto habitacional. Neste sábado (16), quatro dias após o problema, 32 apartamentos continuam sem energia elétrica.

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Segundo moradores, a CPFL Energia desligou o fornecimento de energia do bloco por questões de segurança, para evitar novas sobrecargas e possíveis incêndios. Ainda de acordo com os relatos, a companhia informou que a responsabilidade pela manutenção da fiação interna não pertence à concessionária.

A situação atinge famílias em condição de vulnerabilidade social. Entre os moradores afetados estão crianças, idosos e uma mulher acamada que depende de aparelhos de oxigênio ligados à energia elétrica.

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Duas moradoras estiveram na Prefeitura de Botucatu em busca de auxílio para os reparos. Segundo elas, foram informadas de que não seria possível destinar verba pública diretamente para a manutenção da rede elétrica do bloco, mas que haveria apoio na tentativa de encontrar empresas ou parceiros que possam colaborar por meio de doações de materiais e serviços.

Moradores conseguiram um orçamento com um eletricista e o custo estimado para mão de obra e materiais gira em torno de R$ 8 mil.

Sem condições financeiras para arcar com os custos, os moradores passaram a pedir ajuda de empresários, eletricistas e pessoas que possam contribuir com materiais elétricos ou apoio técnico para restabelecer a energia no prédio.

Neste sábado, moradores informaram ao Leia Notícias que um representante da Câmara Municipal esteve no local para realizar um novo levantamento da situação. Segundo os relatos, uma empresa deverá ser enviada para solucionar o problema, mas ainda não há prazo oficial definido para o início dos trabalhos.

Outro ponto de preocupação apontado pelos moradores e pela CPFL é a existência de ligações irregulares de energia, os chamados “gatos”, que podem provocar novas sobrecargas e incêndios futuramente.

Segundo relatos, muitos moradores que mantêm as contas em dia acabam sendo prejudicados pela situação. Moradores também afirmam que o conjunto enfrenta problemas sociais e de segurança relacionados ao tráfico de drogas na região.

Até o momento, não há previsão oficial para o retorno da energia elétrica nos apartamentos afetados.

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