22 de junho, 2024

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Vaticano torna mais rigorosas as regras para classificar fenômenos sobrenaturais

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O Vaticano tornou mais rigorosas as regras para classificar fenômenos sobrenaturais.

Estatuas que choram, visões supostamente vindas do céu. Todos os anos chegam ao Vaticano centenas, até milhares de relatórios descrevendo aparições de santos e da Virgem Maria. Isso levou o Papa Francisco a tornar mais rígidos os critérios de julgamento de fenômenos sobrenaturais.

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Para proteger a Igreja de fraudes, o bispo da diocese onde ocorrer um fenômeno terá que chamar imediatamente três peritos: um especialista em direito canônico, um teólogo e um psiquiatra.

O documento anunciado nesta sexta-feira (17) pela Congregação da Doutrina da Fé também leva em consideração que os fiéis possam ser envolvidos por um acontecimento que é apenas fruto da imaginação de alguém, do desejo de novidade ou de uma falsificação.

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Os eventos serão classificados em seis tipos de avaliação: do falso ao possivelmente verdadeiro. Como a internet multiplica os riscos, a lista de critérios cresceu. O documento cita distúrbios psicológicos e abusos – como a busca pelo lucro, por poder e fama. A última palavra será do Papa.

O caso mais controverso e que será reestudado é o da cidade de Medjugorje, na Bósnia. Desde 1981, alguns supostos videntes sustentam ver e falar com Nossa Senhora.

Na história católica, aparições como as de Nossa Senhora de Fátima, em Portugal, e de Lourdes, na França, foram consideradas reais e reconhecidas pelo Vaticano. Com o novo documento, o Papa quer proteger os fiéis de possíveis fraudes.

“Nossa Senhora chora quando os mais fracos são discriminados e as guerras se espalham”, disse Francisco.

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