SP contrata Doriva para lugar de Osorio, e Ponte ‘fura’ anúncio

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O São Paulo contratou Doriva para suceder Juan Carlos Osorio. A chegada do técnico, que estava na Ponte Preta, foi anunciada pelo clube de Campinas antes do São Paulo poder sacramentar a definição – o clube aguardava o fim do depoimento do presidente Carlos Miguel Aidar na CPI do Futebol, em Brasília, para fazer o anúncio.

Informalmente, o São Paulo confirma o acerto com o treinador, que já rescindiu com a Ponte Preta e é esperado nesta quinta-feira para começar a trabalhar no CT da Barra Funda. A prioridade por Doriva foi publicada horas antes do anúncio pelo UOL Esporte.

“O técnico Doriva comunicou a direção da Ponte Preta na tarde desta quarta-feira (07), que está deixando o comando da equipe. O treinador aceitou o convite feito pelo São Paulo Futebol Clube e já se despediu do elenco alvinegro”, publicou a Ponte Preta, em comunicado.

A negociação com o técnico que irá suceder Juan Carlos Osorio, que se despediu na manhã desta quarta-feira (7) do São Paulo, foi conduzida pelo gerente executivo José Eduardo Chimello. Sem vice-presidente de futebol, diretor ou qualquer outro dirigente estatutário após a demissão coletiva, Aidar delegou a seu homem de confiança, contratado para o lugar de Gustavo Vieira de Oliveira, a condução da contratação de Doriva.

Chimello e Doriva trabalharam juntos, como gerente e técnico, respectivamente, no Ituano que venceu o Paulistão de 2014.

No fim de maio, após o fracasso das negociações com Alejandro Sabella, Jorge Sampaoli e Vanderlei Luxemburgo para suceder Muricy Ramalho, Carlos Miguel AIdar cogitou a possibilidade de contratar Doriva, então no Vasco, e discutiu o nome com Ataíde Gil Guerreiro. Prevaleceu Osorio, ainda que o clube tenha feito reuniões nos dias seguintes com o português José Peseiro.

Doriva é ex-jogador do São Paulo. Pelo clube, conquistou a Copa Libertadores e o Mundial em 1993, além da Recopa Sul-Americana em 1993 e em 1994, e da Supercopa Libertadores, em 1993.

Internamente, antes de Doriva, no São Paulo, falou-se também no uruguaio Diego Aguirre (que está desempregado e comandou o Inter-RS no primeiro semestre), de quem pessoas do clube receberam referências positivas do zagueiro Diego Lugano. Milton Mendes, ex-Atlético-PR, dividiu opiniões e o português José Peseiro agradou Aidar há quatro meses, mas não foi considerado.

A diretoria de futebol do São Paulo foi pulverizada pela crise de gestão. Depois da exoneração do vice Ataíde Gil Guerreiro, que agrediu o presidente Carlos Miguel Aidar, o diretor Rubens Moreno entregou o cargo. Na comissão técnica, com as saídas de Osorio, do auxiliar Luiz Pompílio Paez e do preparador Jorge Ríos, restaram o coordenador técnico Milton Cruz e o preparador físico José Mario Campeiz.

Fonte: UOL Esporte

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