São Paulo ‘barrou’ 6,7 mil em festas clandestinas no Natal e Ano-Novo

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A Prefeitura de São Paulo “expulsou” 6,7 mil pessoas de festas clandestinas realizadas entre o Natal e o Ano-Novo, desrespeitando as regras da quarentena que impedem aglomerações em bares e casas de shows.

Ao todo, 52 estabelecimentos comerciais denunciados foram vistoriados e 11 deles terminaram interditados – entre eles um pancadão que era realizado em Cidade Tiradentes, na zona leste.

“Os proprietários e organizadores destes eventos responderão administrativamente e, com o encaminhamento dos casos às autoridades policiais, poderão também responder criminalmente pelos seus atos.  O valor da multa é de R$ 9.231,65, aplicada a cada 250 metros quadrados”, informou.

Ainda segundo a prefeitura, o público foi dispersado de forma pacífica e não houve registro de confronto com a Polícia Militar ou a GCM (Guarda Civil Metropolitana), que acompanharam as inspeções da Vigilância Sanitária.

Mesmo com o fim do período de festas, as aglomerações seguem proibidas no estado, que continua em quarentena. Na capital, as denúncias podem ser feitas pela Central SP156 (por telefone, app e site https://sp156.prefeitura.sp.gov.br).

RAVE E BOMBAS DE GÁS

O desrespeito às regras da quarentena se repetiu também no interior e no litoral, ainda que todo o estado tivesse sido colocado durante parte do período de festas na fase 1-vermelha, a mais restritiva da quarentena.

No dia 27, em Ribeirão Preto, as autoridades impediram a realização de rave que cobrava ingresso de R$ 20 e foi batizada com o provocativo nome de “Epidemia Trance”. Ao menos 500 pessoas já estavam no local e outras mil eram esperadas. Já na madrugada do dia 1º, a polícia usou bombas de gás para dispersar uma aglomeração que se formou durante um luau em uma praia bloqueada em Bertioga.

‘Imagens vergonhosas do Brasil’

Os excessos cometidos no período de festas em meio à pandemia tiveram repercussão pelo mundo. Comissário de Economia da União Europeia, Paolo Gentiloni disse que tem “visto imagens vergonhosas do Brasil”. O papa Francisco também criticou aqueles que viajaram neste fim de ano.

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