04 de abril, 2026

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Rodrigo Scalla comemora 18 anos de colunismo social em Botucatu

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Prestes a completar 43 anos, no próximo dia 8, o colunista so­cial Rodrigo Amat Scalla está em festa, mas não apenas pelo seu aniversário.

Em 2016 Rodrigo Scalla completa 18 anos de colunismo social. Profissional, dedicado, educado e atencioso, Rodrigo Scalla brilha e faz as pessoas brilharem nas páginas do Jornal Diário da Serra, onde trabalha atualmente, e também através do seu perfil pessoal no Facebook.

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Em homenagem aos 18 anos desse impor­tante profissional da imprensa de Botu­catu, o Jornal Leia Notícias traz uma entrevista com o co­lunista social Rodri­go Scalla.

LEIA NOTÍCIAS – São 18 anos como colu­nista social. O que tem de tão especial, para você, essa sua profissão?

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RODRIGO SCALLA – Certamente são os amigos que con­quistei e também ter aprendido a tornar os inimigos transpa­rentes. Nesse perío­do, lembro de quando completei 7 anos de colunismo. Fiz uma festa maravilhosa. Tudo estava perfeito, a comida, a bebida e nos plasmas shows que eu adoro, como Frank Sinatra e Ella Fitzgerald, foi um dia muito especial.

LN – Como começou? Por onde já passou? Onde quer chegar?

RODRIGO – Comecei nos anos 90. Foi ma­ravilhoso, começou como uma brincadei­ra em registrar um momento especial de alguém, e quando me descobriram fui con­vidado a escrever em vários veículos de co­municação. Quando recebi o prêmio do Dia do Colunista So­cial, na Câmara Mu­nicipal de São Paulo, o vereador que me entregou a honraria disse ao público pre­sente: “Nossa, desde quando saiu da ca­deira não pararam de falar por onde você passou menino, si­tes, revistas, criou seu próprio site, pro­grama de tv, jornais e teve fotos publica­das na Revista Caras Nacional”. O público deu até risada com essa fala dele. Não sei onde quero chegar, cada dia é um dia di­ferente, Deus é que sabe o meu destino. Estou muito bem pre­parado para o fim da carreira, porque nada é eterno. As boas lem­branças e seu nome é que ficam para a his­tória da cidade onde nasceu e onde come­çou toda sua história.

LN – Em algum mo­mento, pensou em desistir?

RODRIGO – Sabe que não. Eu adoro fazer o que faço. As vezes dá uma “preguicinha”, mas sabe de uma coi­sa, eu sou tão bem re­cebido onde vou que, para mim, sempre é um prazer. Só faltam esticar o tapete ver­melho para eu passar, isso me deixa muito feliz. A preguiça vem de me arrumar para estar bem.

LN – O colunista so­cial é valorizado ou sofre algum precon­ceito na profissão?

RODRIGO – Não tem preconceito e é va­lorizado sim, mas, por exemplo, na re­dação o colunista so­cial não é muito bem visto. Sabe por quê? Enquanto o pessoal da política corre para as notícias, o esporte ali trabalhando tam­bém na correria para montar a edição, as matérias policiais, os jornalistas acham que o colunista social vive flutuando e não é bem visto, mas o colunista tem muito seu valor, dá notícias da cidade, fala dos eventos, en­tra em política quan­do pode, batizados e festas em geral, tem a sorte de fazer gran­des amizades com gente importante e gente menos impor­tante, pois pra mim todos somos iguais. Esse é o meu lema e a ideia da minha coluna é valorizar as pesso­as, independentemen­te de credo, cor, raça, cultura e posição so­cial. Talvez tenha sido isso que tenha me dado tanto destaque por onde passo. Ado­ro os fotógrafos, os jornalistas e os ami­gos colunistas sociais que sempre me colo­cam pra cima. Pos­so citar meu grande amigo Géro Bonini, do Leia Notícias, o João Bosco, meu pa­drinho de colunismo, a Glorinha Dinucci, a Enza Denadai, minha madrinha de colunis­mo, Elaine Girardi, Marlene Caminhoto, entre outros grandes mestres da profissão de jornalismo e colu­nismo social.

LN – Você está em to­das as festas e even­tos. O que é o melhor dessas festas? As comidas ou as pesso­as?

RODRIGO – As pesso­as é claro, como sem­pre disse a nossa mãe do colunismo social, Vera Martins, faleci­da há poucos anos. A Vera foi presidente da Apacos (Associação Paulista dos Colunis­tas Sociais), a qual pertenci por algum tempo. Fazíamos via­gens incríveis com os colegas de profissão, mas, a morte dela foi uma grande perda para o colunismo so­cial brasileiro.

LN – Como é ser colu­nista social em Botu­catu?

RODRIGO – É muito gostoso. Claro que não se pode agradar a todos, mas tenho pro­curado fazer o melhor possível para clicar várias pessoas em mi­nhas colunas. Tenho sessões como o “bom dia” e “etiqueta”, além de colunas temáticas. Enfim, tenho tudo que preciso para ser feliz. Tenho agora as publicações dos even­tos no Facebook, que também todo mundo aprecia. Na verdade eu amo o que faço, e faço com muito ca­rinho e amor. Apro­veito o ensejo para dividir esses 18 anos com meus amigos e leitores, em especial com a minha tia Ana Maria Amat, que sem­pre me incentivou e deu até uns puxões de orelha quando pre­cisava, aos meus pais que eu amo de paixão e que infelizmente não estão mais aqui e à toda população de Botucatu. Um beijo no coração de todos.

Jornal Leia Notícias

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