Professor Caldas explica erro do TSE sobre apontamento de doação do Fundo de Saúde para sua campanha

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Após ter seu nome ligado a “indícios de irregularidades”, conforme consta no site do Tribunal Superior Eleitoral, sobre a doação de R$ 8 mil do Fundo Municipal de Saúde de Botucatu para a sua campanha, o atual vice-prefeito e candidato a vereador Professor Caldas esclareceu ao Leia Notícias.

De acordo com Professor Caldas, o TSE conta com uma informação desatualizada, onde aponta que ele ainda seria o secretário municipal de Saúde de Botucatu, cargo que não ocupa há 4 anos, e desta forma o Tribunal entende que ele seria o responsável pelo Fundo Municipal de Saúde, função ocupada pelos secretários de Saúde dos municípios.

Ao ver a doação feita pelo Professor Caldas e com o seu CPF, o TSE teria feito o cruzamento de dados e entendeu que seria o responsável pelo Fundo que estaria fazendo a doação, que segundo explicou o candidato, não é o ocorrido. Essa doação foi feita por ele, para sua própria campanha.

Professor Caldas ainda apontou que toda explicação já foi passada ao Juiz Eleitoral, que deverá se pronunciar em breve.

 

Acompanhe abaixo a íntegra da resposta do Professor Caldas a Leia Notícias:

“Estou absolutamente tranquilo quanto ao assunto que está sendo divulgado na cidade por um bando de desocupados e irresponsáveis. O TSE, após a entrega das contas eleitorais neste início de mês fez, através de seus computadores, o cruzamento do CPF de doadores de campanha com uma série de bancos de dados: pessoas que ocupam cargos públicos e ordenam despesas, pessoas que não trabalham, pessoas sem renda, etc. Foram selecionadas milhares de pessoas Brasil a fora. Aqui em Botucatu umas 10 ou 15. Meu nome foi apontado pois doei recursos para minha própria campanha e, segundo o TSE, seria eu o responsável pelo Fundo Municipal de Saúde. Esta segunda informação está absolutamente desatualizada pois deixei de ser secretário de Saúde há quatros anos e meio e o responsável do Fundo de Saúde em todo Brasil é o Secretário Municipal de Saúde. Quanto a contribuição que fiz a minha campanha é fácil de compreender, pois sou professor de medicina na Unesp há quase 40 anos ininterruptos e tenho a renda que decorre de meu trabalho cotidiano, que não é pouco. Nada mais justo que tenha em minha poupança pessoal os R$8.000,00 que doei a minha própria campanha. Estas informações já foram prestadas ao Meritíssimo Juiz Eleitoral que deverá se pronunciar em breve. Quanto a estes que de forma rasteira, baixa e irresponsável estão distorcendo os fatos para tirar proveito eleitoral, acostumados a chafurdar na baixa política, para enganar as pessoas de boa fé, serão atropelados pela verdade e responderão por seus atos diante da justiça eleitoral e a justiça comum”.

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