Jovem de 22 anos é encontrada morta com sinais de violência sexual em Jaú

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Uma jovem de 22 anos foi encontrada morta em uma estrada de terra de Jaú (SP) no Jardim Padre Augusto Sani na tarde desta terça-feira (4). Segundo a Polícia Civil, ela estava sem a parte de baixo da roupa, tinha as mãos amarradas com uma calcinha e a alça da bolsa estava enrolada em seu pescoço.

A vítima, Bruna Vines Ribeiro (foto), foi encontrada por um casal que passava pelo local. O caso é investigado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e a suspeita é de que ela tenha sofrido violência sexual.

Segundo informações do delegado responsável, Marcelo Góes, a jovem é da cidade de Bandeirantes (PR), estaria morando com a irmã em Jaú depois de se separar do marido. O delegado informou também que ela estaria trabalhando como garota de programa.

“Ela estava em Jaú há cerca de duas semanas na casa dessa irmã e as informações levantadas dão conta também que ela atuava como acompanhante”, diz o delegado.

O corpo de Bruna foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML), onde foram feitos os exames para identificar a causa da morte e também confirmar se houve violência sexual.

A reportagem conversou com a cunhada da vítima, que informou que o ex-marido de Bruna está a caminho de Jaú nesta quarta-feira (5) para realizar o reconhecimento do corpo.

Suspeito identificado

Ainda de acordo com o delegado, um suspeito do crime foi detido na noite de terça-feira (4). O homem foi preso por estar se masturbando na presença de uma criança de 10 anos.

A polícia foi acionada pelo pai da criança e o suspeito foi levado para a delegacia, onde foi estipulada uma fiança de R$ 5 mil, que não foi paga. O homem passou por audiência de custódia na tarde desta quarta-feira (5) e foi liberado. Ele vai responder em liberdade pelo crime de satisfação de lascívia mediante a presença de criança.

Ainda segundo o delegado, ele também é investigado pela morte de Bruna já que, de acordo com as informações do caso, há indícios que o apontam como suspeito do crime.

“Ele se tornou suspeito em razão da semelhança do carro dele com o que a vítima [Bruna] foi vista pela última vez, além dele ter sido preso em flagrante próximo do local onde o corpo foi encontrado. O horário dos fatos também é muito próximo e o comportamento dele durante a abordagem foi suspeito. Ele inclusive foi abordado no bairro durante as diligências do crime de homicídio”, comenta o delegado Marcelo Góes.

Fonte: G1

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