Cratera ‘engole’ poste e parte do camarote do Sambódromo de Bauru

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Uma enorme cratera que surgiu no Sambódromo de Bauru (SP) nesta quinta-feira (14) à noite “engoliu” parte da pista lateral ao lado da passarela do samba, um poste de energia elétrica e a estrutura de um camarote que abriga autoridades durante os eventos.

Segundo engenheiros da prefeitura, o buraco foi provocado pela forte chuva desta quinta-feira e tem tamanho estimado de 40m de largura, outros 40m de comprimento e seis metros de profundidade.

Por conta de sua dimensão e pelo perigo de novos deslizamentos, a área, localizada no Núcleo Geisel, na zona lesta da cidade, foi interditada pela Defesa Civil. As linhas de energia elétrica que passam pelo local já foram desligadas pela CPFL, a concessionária de energia.

Segundo estimativa dos técnicos da prefeitura, cerca de 10 metros cúbicos de terra desceram por uma distância de cerca de 150 metros até o fundo do vale que fica ao lado Sambódromo, por onde passa o Córrego da Água Comprida.

“Isolamos a área porque ainda há rachaduras que indicam o risco de novos deslizamentos. Essa área não é dedicada ao tráfego normal de veículos, mas é utilizada pelo pessoal das auto-escolas para treinamento, por isso a necessidade de interdição”, explica Thiago Azambuja, coordenador da Defesa Civil de Bauru.

Apesar do risco de novos deslizamentos, o secretário de Obras, Ricardo Olivatto, explica que a previsão da prefeitura é dar início às obras de recuperação do local apenas na próxima semana. Segundo ele, há situações mais emergenciais na cidade.

Material desceu cerca de 150 metros até o fundo do vale do Córrego da Água Comprida — Foto: Romeu Neto/TV TEM
Material desceu cerca de 150 metros até o fundo do vale do Córrego da Água Comprida (Foto: Romeu Neto/TV TEM)

“Nosso planejamento é iniciar o trabalho na próxima semana porque a condição de vida aqui está preservada, ao contrário de outras regiões. Na segunda-feira começar a remoção do material para identificar que tipo de obra será necessária”, explica Olivatto

O secretário disse ainda que não é possível estimar os motivos que levaram ao surgimento da cratera que afetou o Sambódromo, uma obra da década de 1990. Uma das suspeitas é uma possível infiltração no pavimento durante anos seguidos.

Segundo o Instituto de Pesquisas Meteorológicas (IPMet) da Unesp-Bauru, o volume de chuva neste mês de março foi 223mm. Ou seja, em 15 dias já choveu 86% de todo o volume esperado para o mês inteiro. No ano passado, março registrou durante o mês inteiro 258,1mm de chuva.

Área segue interditada porque técnicos avaliam que ainda há risco de novos deslizamentos — Foto: TV TEM/Reprodução
Área segue interditada porque técnicos avaliam que ainda há risco de novos deslizamentos (Fotos: TV TEM/Reprodução)

Apesar do risco de novos deslizamentos, o secretário de Obras, Ricardo Olivatto, explica que a previsão da prefeitura é dar início às obras de recuperação do local apenas na próxima semana. Segundo ele, há situações mais emergenciais na cidade.

Material desceu cerca de 150 metros até o fundo do vale do Córrego da Água Comprida — Foto: Romeu Neto/TV TEM
Material desceu cerca de 150 metros até o fundo do vale do Córrego da Água Comprida (Foto: Romeu Neto/TV TEM)

“Nosso planejamento é iniciar o trabalho na próxima semana porque a condição de vida aqui está preservada, ao contrário de outras regiões. Na segunda-feira começar a remoção do material para identificar que tipo de obra será necessária”, explica Olivatto

O secretário disse ainda que não é possível estimar os motivos que levaram ao surgimento da cratera que afetou o Sambódromo, uma obra da década de 1990. Uma das suspeitas é uma possível infiltração no pavimento durante anos seguidos.

Segundo o Instituto de Pesquisas Meteorológicas (IPMet) da Unesp-Bauru, o volume de chuva neste mês de março foi 223mm. Ou seja, em 15 dias já choveu 86% de todo o volume esperado para o mês inteiro. No ano passado, março registrou durante o mês inteiro 258,1mm de chuva.

Área segue interditada porque técnicos avaliam que ainda há risco de novos deslizamentos — Foto: TV TEM/Reprodução
Área segue interditada porque técnicos avaliam que ainda há risco de novos deslizamentos (Foto: TV TEM/Reprodução)

Fonte: G1

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