Assassino de Emanuelle é encontrado morto na prisão em Cerqueira César

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Horas após ser preso, o lavrador Agnaldo Guilherme Assunção, 49 anos, preso pela morte de Emanuelle Pestana de Castro, 8, em Chavantes, foi encontrado morto no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Cerqueira César (região de Avaré). 

Segundo o JC apurou, o registro da ocorrência foi por volta das 6h49 desta quarta-feira (15), durante o procedimento de contagem de presos nas celas, quando um agente penitenciário teria observado, por volta de 5h, que Agnaldo estava com um lençol enrolado no pescoço. Ele estava sozinho no momento. Um enfermeiro do próprio CDP confirmou o óbito no local.  

A partir de então, foram expedidos pedidos para a perícia técnica, da Polícia Científica, e posterior exame necroscópico, que serão investigados pela Polícia Civil.

Emanuelle, que estava desaparecida desde o final da tarde de sexta-feira (10), quando saiu para brincar em uma praça perto de sua casa, no bairro Três Cantos, foi encontrada na noite desta segunda-feira (13) em um canavial na Fazenda Santana Nova. Segundo a Polícia Civil, ela foi morta com 13 facadas.

Mais cedo, quando o nome de Agnaldo apareceu como suspeito, uma multidão cercou a residência dele e a polícia precisou intervir para que ele não fosse linchado. De acordo com a Polícia Civil, o lavrador chegou a participar das buscas por Emanuelle como voluntário, ao lado de amigos e familiares dela.

Em seu depoimento, contou que convenceu a criança a ir até a área rural dizendo que colheriam mangas para presentear a mãe dela. Ele afirma que levou a menina de bicicleta até um canavial entre Chavantes e Canitar, cometeu o crime e enterrou parte do corpo às margens de um córrego.

O suspeito disse, ainda, que decidiu matá-la após uma briga entre familiares dele e de Emanuelle. Segundo ele, a mãe da menina não permitia que ela brincasse com seu enteado. A Polícia Civil não acreditou nesta versão e trabalha com a hipótese de crime com motivação sexual.

Laudo preliminar não confirmou a conjunção carnal, mas um eventual crime sexual não foi, de fato, descartado. Outros exames são aguardados. O caso foi registrado como homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

Fonte: Jcnet

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