Pesquisadores de Botucatu estudam mutações do zika vírus

Pesquisadores de 28 laboratórios do estado de São Paulo tem o desafio de conhecer mais sobre o zika vírus, uma das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Em Botucatu (SP), os pesquisadores irão estudar como o vírus se comporta e as mutações que ele pode sofrer de acordo com as regiões.

A equipe da região Centro-Oeste Paulista será coordenada pela pesquisadora Maria Inês Pardini. “São 28 laboratórios com suas equipes que, agora, se dão as mãos a fim de olhar para um inimigo comum”, disse Maria.

Em Botucatu as pesquisas se concentrarão no laboratório de biologia molecular do Hospital das Clínicas. O primeiro passo dos pesquisadores será fazer testes para chegarem a diagnósticos mais precisos.

“Nós vamos enxergar neste vírus como é constituído o material genético dele e, a partir de então, nós começamos a ter elementos para entender como ele age, como ele se multiplica, porque ele precisa do vetor, como ele entra nas pessoas, como ele causa a doença, no seu maior detalhamento que é seu próprio material genético”, explica Maria.

Outra tarefa do exército de Botucatu contra o vírus será feita com um sequenciador. O equipamento permite que os pesquisadores conheçam mais profundamente a genética do zika vírus e desenvolvam uma arma de combate.

“Esse vírus pode chegar aqui igual ou não. Provavelmente ele vai chegar no Estado de São Paulo já tendo contato com o hospedeiro. Por isso é importante que essa rede cubra o estado de São Paulo como um todo”, falou a pesquisadora Rejane Grotto.

Fonte: G1

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