17 de julho, 2024

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Pais de jovem que alega ser Madeleine não querem fazer teste de DNA

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Os pais da jovem polonesa Julia Wandelt, que se identifica nas redes como Julia Faustyna, não querem fazer um teste de DNA para verificar se a jovem de 21 anos é ou não filha deles e eliminar a possibilidade de ela ser a britânica Madeleine McCann, desaparecida em 2007.

A informação foi confirmada ao jornal britânico The Sun por uma representante da polonesa. Nesta terça-feira, a polonesa já havia afirmado que os pais de McCann, Gary e Kate, aceitaram se submeter a exame de DNA.

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— Queremos ser muito respeitosos com a família McCann e com a privacidade deles enquanto não sabemos exatamente quem é Julia. — disse a psicóloga e médium Fia Johansson, que está auxiliando Julia Wandelt, ao The Sun. — Se um membro atual da família fizer um teste de DNA, podemos resolver isso. Mas eles estão se recusando.

Wandelt vem usando uma conta no Instagram para publicar vídeos e montagens que reforçariam sua semelhança com a britânica. Em seu perfil no Instagram, ela já tem cerca de 115 mil seguidores.

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O principal suspeito do desaparecimento de Madeleine é o alemão Christian Brueckner. A polícia alemã tem como principal linha de investigação a hipótese de que a menina foi assassinada.

Madeleine McCann desapareceu em 2007 aos 3 anos; jovem de 21 anos alega ser ela (Foto: Reprodução)

As idades de Wandelt e McCann, que teria cerca de 19 anos, não batem, sendo a alemã três anos mais velha. Uma sarda na perna e uma marca no olho estariam entre as evidências apontadas pela jovem da Polônia de que seria ela a garota desaparecida.

“Acho que posso ser Madeleine. Preciso de teste de DNA. Investigadores da polícia do Reino Unido e da Polônia tentam me ignorar. Vou contar minha história em posts aqui. Me ajude”, diz a descrição do perfil da jovem no Instagram.

Julia Wandelt alega também ter sido vítima de um abusador alemão e que tem poucas lembranças da infância por sofrer de amnésia pós-traumática.

Em 2020, a polícia alemã apontou que o principal suspeito era um agressor sexual, já preso no país, que teria matado a menina após o sequestro. Ele foi identificado como Christian Brueckner e está cumprindo uma pena de sete anos em Oldenburg, norte da Alemanha, por estuprar uma turista americana de 72 anos na Praia da Luz em 2005.

As autoridades portuguesas corroboraram a linha de investigação dos promotores alemães e também declararam Brueckner como o principal suspeito do crime. Registros telefônicos identificaram que o suspeito esteve perto do complexo hoteleiro onde Madeleine desapareceu mas, até o momento, nenhuma acusação formal foi feita contra o homem sobre esse caso. O corpo de Madeleine nunca foi encontrado.

Fonte: G1

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