Novas ameaças de bomba esvaziam prédios em Buenos Aires

AdSense Postagem 01

Postagem Única 01 Mobile

Uma nova série de ameaças de bomba esvaziaram prédios de Buenos Aires, capital da Argentina, nesta terça-feira (14). Entre eles, parte da Câmara dos Deputados, que já havia sido alvo um dia antes.

Também receberam alertas os estúdios da emissora Telefe e um hospital. Em todo os casos, a polícia argentina descartou perigo, segundo o jornal “Clarín”.

As ameaças desta terça-feira são mais um caso de uma série de episódios que intrigam a polícia argentina. Na segunda, um anexo da Câmara dos Deputados, a Casa Rosada – sede do governo –, e algumas estações de trem receberam ameaças de bomba.

Esquadrão antibombas da Polícia Federal da Argentina vasculha Casa Rosada após ameaça de bomba — Foto: Analia Garelli/Telam/AFP
Esquadrão antibombas da Polícia Federal da Argentina vasculha Casa Rosada após ameaça de bomba (Fotos: Reprodução)

Também na segunda-feira, policiais prenderam um homem que entrou armado na Casa Rosada pedindo para falar com o presidente Mauricio Macri. Aparentemente, esse caso não tem relação com as ameaças de bombas.

Segundo o jornal “Clarín”, o governo da Argentina avalia criar um novo protocolo para evitar mais transtornos causados. A ministra da Segurança, Patricia Bullrich, prometeu, ainda, processar criminalmente os responsáveis pelas ameaças.

As ameaças ocorrem meses antes das eleições presidenciais, em que Macri tentará a reeleição. A ex-presidente Cristina Kirchner lidera as pesquisas.

Assassinato de deputado

Hector Olivares, deputado federal argentino, durante sessão de comissão do Congresso em 2016, em Buenos Aires — Foto: Associated Press
Hector Olivares, deputado federal argentino (Foto: Reprodução)

Os incidentes ocorrem dias depois da morte do deputado argentino Héctor Olivares, no domingo. Três dias antes, ele sofreu um ataque a tiros que vitimou também um funcionário do parlamentar.

Olivares e a outra vítima foram baleadas perto do Congresso, no centro de Buenos Aires. Inicialmente, o assassinato causou comoção política, mas a tensão diminuiu após virem à tona os indícios de motivação pessoal para o crime.

A ministra da Segurança, Patricia Bullrich, atribuiu o crime na sexta-feira a “um clã mafioso” e descartou motivação política.

Nesta terça-feira, a Justiça do Uruguai aceitou extraditar Juan Navarro Cádiz, argentino de 25 anos envolvido no assassinato, informaram fontes judiciais à agência France Presse.

Navarro Cádiz foi preso no Uruguai após o crime e colocado à disposição da Justiça que agiu a pedido de seu homólogo argentino.

Fonte: Yahoo!

Postagem Única 02 Mobile

Anunciantes