Eclipse parcial da Lua é visto pelo mundo

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O território brasileiro está dentro da faixa do planeta com visão do eclipse lunar parcial desta terça-feira (16). O fenômeno acontece quando Sol, Terra e Lua se alinham nessa ordem e, assim, o planeta faz uma “sombra” na imagem do satélite natural.

A fase da umbra, quando a sombra da Terra começa a ser observada na Lua, tem início às 17h01 (horário de Brasília), e dura até por volta das 20h.

“O eclipse lunar, em geral, dura bastante tempo. Desta vez será em um horário bom, porque vai ser próximo do pôr do sol, e a Lua vai estar em uma posição relativamente alta no céu”, disse Thiago Signorini Gonçalves, astrônomo da UFRJ e membro da Sociedade Astronômica Brasileira.

Eclipse lunar parcial visto no céu de Berlim — Foto: Fabrizio Bensch/Reuters
Eclipse lunar parcial visto no céu de Berlim (Foto: Divulgação)
Eclipse registrado ao lado de torre no distrito de Steglitz, na capital alemã.  — Foto: Fabrizio Bensch/Reuters
Eclipse registrado ao lado de torre no distrito de Steglitz, na capital alemã (Foto: Divulgação)
Transmissão do Observatório de Sbenik, Croácia. Às 20h08 se observa a fase de penumbra (17h08 em Brasília) — Foto: Divulgação/Time and Date
Transmissão do Observatório de Sbenik, Croácia. Às 20h08 se observa a fase de penumbra (17h08 em Brasília) (Foto: Divulgação/Time and Date)
Transmissão do Observatório de Perth, na Austrália, mostra o eclipse lunar na frase de penumbra às 16h48 (horário de Brasília) — Foto: Divulgação/Perth Observatory
Transmissão do Observatório de Perth, na Austrália, mostra o eclipse lunar na frase de penumbra às 16h48 (horário de Brasília) (Foto: Divulgação/Perth Observatory)
Eclipse visto em Madri — Foto: Ruptly
Eclipse visto em Madri (Foto: Reprodução)

Não é preciso usar óculos de proteção

Diferentemente de um eclipse solar – quando o que fica “escondido” é o Sol –, para observar o fenômeno lunar não é preciso óculos de proteção. A visão da Lua é a olho nu, mas é mais fácil assistir ao fenômeno em áreas menos iluminadas e com o horizonte livre.

Thiago Gonçalves explica que este eclipse, por ser parcial, não provocará o fenômeno da “Lua de sangue”. Para isso acontecer, seria necessário que os astros se alinhassem perfeitamente, como aconteceu em 21 de janeiro.

“O alinhamento não será perfeito e isso impede a visualização da ‘Lua de sangue’, que é quando o satélite adquire tons avermelhados. Isso acontece porque a Terra se sobrepõe ao Sol e os raios solares atravessam a atmosfera terrestre ganhando esta coloração”, explica Gonçalves.

Essa mudança de cor é provocada pelos mesmos fatores que fazem o céu ser azul e pode ser observada em todos os eclipses totais da Lua.

Fonte: G1

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