As sete maravilhas do mundo antigo são reconstruídas em fotos 3D; veja

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Você já ouviu falar dasSete Maravilhas do Mundo Antigo? A lista foi pensada inicialmente na Grécia, no século 2 a.C, pelo poeta Antípatro de Sídon, e depois ganhou algumas contribuições de figuras históricas como o engenheiro grego Filão de Bizâncio (que viveu entre 280 a.C a 220 a.C).

Infelizmente, os locais já se deterioraram quase que completamente ao longo do tempo e apenas a Grande Pirâmide de Gizé está ainda de pé — embora ela não tenha as mesmas estruturas que tinha quando foi construída, há cerca de 4,5 mil anos atrás.

Para restaurar esses tesouros históricos perdidos, um time de artistas e designers, fez uma série de imagens 3D para a companhia de seguros Budget Direct como modo de trazer “de volta à vida” essas construções da antiguidade. 

O Colosso de Rodes foi uma estátua de bronze, de 32 metros de altura, construída em homenagem ao deus do Sol da mitologia grega, Hélios. O monumento foi erguido no topo de um pedestal de 15 metros, na cidade de Rodes, em comemoração à Batalha de Rodes (305–304 a.C). Historiadores acreditam que havia um mito no qual barcos passavam por entre as pernas da estátua, que foi destruída devido a um terremoto, em 226 a.C.

Sete maravilhas do mundo antigo "voltam à vida" com reconstrução digital criada por um time de artistas e designers em parceria com a companhia de seguros Budget Direct (Foto: Divulgação: Budget Direct)
Colosso de Rodes (Foto: Divulgação/Budget Direct)

Jardins Suspensos da Babilónia

Jardins suspensos da Babilônia (Foto: Divulgação: Budget Direct)
Jardins Suspensos da Babilônia (Foto: Divulgação/Budget Direct)

É uma das maravilhas mais misteriosas: não se sabe ainda onde era localizado e não há evidências arqueológicas que fale sobre as suas formas ou dimensões. Muitos dizem que o local se tratava somente da imaginação de um escritor, mas outra especulação é de que o jardim — que possuía terraços de pedra que imitavam montanhas — estava localizado onde atualmente hoje é o Iraque.

Grande Pirâmide de Gizé

Grande Pirâmide de Gizé  (Foto: Divulgação: Budget Direct)
Grande Pirâmide de Gizé (Foto: Divulgação/Budget Direct)

Construída em 2560 a.C, a estrutura ainda existe mesmo após 4,5 mil anos desde seu surgimento. Na época em que surgiu, a pirâmide era a mais alta construção humana, mantendo o título por 3,8 mil anos até a construção da Catedral de Lincoln, em 1311 a.C.

Farol de Alexandria

Farol de Alexandria (Foto: Divulgação: Budget Direct)
Farol de Alexandria (Foto: Divulgação/Budget Direct)

Construído entre 284 e 246 a.C pelo Reino Ptolomaico, estimativas dizem que esse farol tinha 135 metros de altura e ficava na cidade de Alexandria, no Egito. Ele foi uma das estruturas mais altas do mundo durante séculos e suas ruínas foram achadas em 1904.

Mausoléu de Halicarnasso

Mausoléu de Halicarnasso (Foto: Divulgação: Budget Direct)
Mausoléu de Halicarnasso (Foto: Divulgação/Budget Direct)

Foi uma tumba construída para Mausolo, o governador da província do Primeiro Império Persa. A estrutura teve influência proveniente da arquitetura grega, egípcia e do oriente próximo. O mausoléu foi destruído por sucessivos terremotos desde o século 12 até o século 15.

Estátua de Zeus em Olímpia

Estátua de Zeus em Olímpia (Foto: Divulgação: Budget Direct)
Estátua de Zeus em Olímpia  (Foto: Divulgação/Budget Direct)

É uma estátua dourada e de marfim, de 13 metros de altura, que mostra o poder do rei dos deuses gregos, Zeus. A escultura teria sido erguida pelos verdadeiros organizadores dos Jogos Olímpicos, na segunda metade do século 5 a.C. No ano 426 a.C, a estátua e o Templo de Zeus, onde ela estava guardada, pegaram fogo.

Templo de Ártemis

Templo de Ártemis (Foto: Divulgação: Budget Direct)
Templo de Ártemis (Foto: Divulgação/Budget Direct)

Localizado na cidade de Éfeso, o templo foi dedicado à deusa grega da sabedoria, Ártemis, e já foi destruído três vezes durante sete séculos. A primeira destruição foi causada pelo incendiário grego Heróstrato, que queria obter notoriedade com o crime. O templo foi reconstruído e depois destruído pela tribo germânica de Godos e aniquilado novamente por cristãos, que deixaram apenas uma única coluna, ainda possível ser vista hoje.

Fonte: Galileu

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