Mortes em Petrópolis chegam a 181, na maior catástrofe da história da cidade

As mortes em decorrência das chuvas que atingiram Petrópolis na semana passada chegaram a 181, informou o Corpo de Bombeiros nesta segunda-feira (21). O número é o maior já registrado na história da cidade – a maior catástrofe até aqui era a de 1988, quando 171 morreram.

Ainda há 104 desparecidos e, nesta segunda-feira (21), as buscas entraram no 7º dia. Por volta das 17h30, houve chuva forte e os trabalhos de buscas foram interrompidos.

Vítimas da tragédia em Petrópolis — Foto: Reprodução/TV Globo
Vítimas da tragédia em Petrópolis (Foto: Reprodução/TV Globo)

As equipes de busca se dividem em três áreas principais: os setores Alfa, Bravo e Charlie, que abrangem regiões como o Morro da Oficina, a Rua Teresa, o Alto da Serra, a Chácara Flora, a Vila Felipe, Caxambu e localidades vizinhas.

A Polícia Civil, por sua vez, iniciou nesta segunda um mutirão de coleta de DNA para acelerar o trabalho de identificação de vítimas.

Desaparecidos

O cadastro de pessoas desaparecidas está sendo feito pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Rio. Veja aqui a lista mais atualizada divulgada pelas autoridades.

Pela Polícia Civil, o cadastro é feito pela Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA), que faz contato e atendimento especializado aos que buscam informações de desaparecidos e boletins de ocorrência.

O Ministério Público do Rio também tem um cadastro de desaparecidos. No MP, as informações sobre desaparecidos são recebidas pelos canais de comunicação do PLID:

Casa destruída pelo deslizamento é vista no morro da Oficina, em Petrópolis (RJ) (Foto: Marcos Serra Lima/g1)

Fonte: G1