Messi lidera lista de craques que estão livres para assinar pré-contrato com outro clube

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A janela de transferências do inverno europeu acaba de começar com uma grande especulação que talvez só tenha resposta no meio do ano: qual será o destino de Lionel Messi? A seis meses do fim do compromisso atual com o Barcelona, o craque argentino está livre a partir desta sexta-feira para assinar um pré-contrato com qualquer outro clube e deixar o Barça gratuitamente no fim da temporada, após 16 anos vestindo a camisa da equipe catalã, a única que defendeu na carreira.

Embora uma eventual saída seja esperada apenas na janela de verão na Europa, a possibilidade de perder seu valioso camisa 10 de graça em julho pode fazer o Barcelona aceitar uma oferta abaixo do gigantesco valor de mercado do craque e negociá-lo já em janeiro. A multa rescisória de Messi é de 700 milhões de euros (R$ 4,46 bilhões).

Outros jogadores de renome internacional vivem a mesma situação, alguns deles também muito identificados com seus clubes, como o zagueiro espanhol Sergio Ramos, capitão do Real Madrid; o zagueiro alemão Jérôme Boateng, do Bayern de Munique; o atacante argentino Sergio Kun Agüero, do Manchester City; e o meia argentino Ángel Di María, do Paris Saint-Germain.

Também estão livres para assinar um pré-contrato o lateral-esquerdo David Alaba, do Bayern; o goleiro Gianluigi Donnaruma, do Milan; o lateral-esquerdo Juan Bernat e o meia Julian Draxler, ambos do PSG, e o meia Georginio Wijnaldum, do Liverpoool, entre outros.

O burofax da discórdia na última janela

Nenhuma dessas eventuais transferências, porém, movimenta o mercado como uma possível saída de Messi do Barcelona. O craque seis vezes eleito melhor do mundo pela Fifa tornou público pela primeira vez o desejo de deixar o Barça no dia 25 de agosto, nove dias após o time espanhol ser eliminado pelo Bayern de Munique nas quartas de final da Liga dos Campeões da Uefa com uma humilhante goleada por 8 a 2.

Messi enviou ao Barcelona um documento oficial, chamado burofax, dizendo que gostaria de acionar a cláusula do seu contrato que permitia a saída sem custos na janela de transferências da temporada 2020/21, a um ano do fim do contrato.

Embora não tenha havido uma proposta concreta, o Manchester City, do técnico Pep Guardiola, com quem Messi viveu quatro temporadas de êxito no Barça, era considerado o destino mais provável. Havia rumores também de um possível interesse do Paris Saint-Germain.

Empate melancólico no encerramento de 2020

A diretoria do Barcelona, no entanto, não aceitou o pedido de Messi, alegando que o craque perdeu o prazo para formalizar a solicitação de transferência gratuita, que era até dez de junho – o camisa 10 entendia que a extensão da temporada, que terminou no fim de agosto por causa da pandemia de Covid-19, mudava o prazo, mas não conseguiu sucesso.

Messi acabou ficando no Barcelona, e a péssima temporada do clube espanhol aumenta a expectativa pela saída do jogador, que fará 34 anos em junho, em busca de um clube competitivo para conquistar novos títulos na parte final da carreira.

O Barcelona, que não conquistou nada em 2020, é apenas o sexto colocado no Campeonato Espanhol, com 25 pontos, dez a menos que o líder Atlético de Madrid. Na última terça, o time empatou com o Eibar em 1 a 1, no Camp Nou, sem Messi, que ganhou uma folga extra após o Natal e apenas assistiu ao jogo no estádio. Na Liga dos Campeões da Uefa, o Barça se classificou em segundo lugar no grupo G, atrás da Juventus de Cristiano Ronaldo, e vai enfrentar o PSG nas oitavas de final.

Fonte: G1

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