Mercosul cancela cúpula presencial por seus 30 anos devido à ‘situação sanitária’ na região

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O presidente da Argentina, Alberto Fernández, anunciou que o encontro da cúpula de líderes do Mercosul será virtual, e não mais presencial, como estava previsto. A mudança ocorre devido à “situação sanitária de vários países da região”. Fernández ocupa a presidência pró-tempore do bloco, e o evento seria realizado em Buenos Aires, na Argentina, em 26 de março. O encontro também marcaria os 30 anos de criação do Mercosul. As informações são da agência France Presse.

“Dada a situação sanitária que atinge os países da região, o presidente Alberto Fernández encarregou o chanceler Felipe Solá de informar seus pares do Mercosul que a reunião para comemorar os 30 anos do bloco, marcada para 26 de março em Buenos Aires, acontecerá virtualmente”, diz a nota do Ministério das Relações Exteriores argentino divulgada neste sábado (13).

A Argentina “adota esta decisão para proteger a saúde dos participantes, enquanto trabalha para que o encontro dos presidentes e chancelers possa se concretizar nas condições corretas”, conclui o comunicado oficial. A reunião pretendia reunir os presidentes de Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.

Na sexta-feira passada (12), o governo argentino anunciou que vai desencorajar as viagens para o Brasil e outros países onde circulam as novas variantes do coronavírus e também endurecerá os controles para quem chegar desses destinos.

O presidente Jair Bolsonaro já havia dito em uma live que iria ao encontro em Buenos Aires e que aproveitaria a oportunidade para ter a primeira conversa pessoal com o presidente argentino, Alberto Fernández, para tratar “das questões econômicas dos nossos países”.

A Secretaria Especial de Comunicação da Presidência da República confirmou que a ida de Jair Bolsonaro a Buenos Aires foi cancelada em razão da decisão do governo vizinho de suspender a reunião presencial. A participação de Bolsonaro no evento ainda não é certa.

Mercosul

O grupo trabalha em iniciativas de flexibilização impulsionadas pelo Brasil, Paraguai e Uruguai, que permitam aos parceiros negociar acordos comerciais bilaterais com países ou grupos de países sem o consentimento dos demais sócios, conforme estabelecido pela atual norma.

A situação do acordo alcançado com a União Europeia, estagnado hoje por questões ambientais vinculadas ao desmatamento da Amazônia, também deve estar na agenda dos presidentes.

Fonte: G1

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