04 de março, 2026

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Justiça torna réu médico psiquiatra acusado de importunação e estupro de vulnerável durante consultas no interior de SP

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Médico foi denunciado por 30 mulheres nas cidades de Marília, Garça e Lins, onde atuava como médico. Casos teriam ocorrido durante as consultas psiquiátricas.

A Justiça aceitou a denúncia e tornou réu o médico psiquiatra suspeito de importunação e estupro de vulnerável de pelo menos 30 mulheres durante consultas psiquiátricas em cidades da região de Marília (SP). A decisão foi divulgada nesta segunda-feira (17).

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São 19 boletins de ocorrência registrados nas delegacias especializadas em Marília, 10 em Garça e um em Lins (SP). As idades das vítimas variam de 17 a 65 anos, incluindo casos de importunação sexual e estupro de vulnerável, que teriam ocorridos desde 2018.

A partir desta terça-feira (18), a defesa do réu possui 10 dias para apresentar a resposta à acusação. Na decisão, a juíza responsável pelo processo destaca que há indícios de materialidade dos crimes e autoria por parte do médico com base nos boletins de ocorrência, no inquérito policial e no relatório da Delegacia de Defesa da Mulher de Marília (SP).

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Além disso, a magistrada também cita os depoimentos das vítimas, colhidos durante as investigações. O investigado foi preso preventivamente no dia 22 de outubro, em Marília (SP), após diligências realizadas pela Polícia Civil em sua casa e consultório.

Ele se apresentou voluntariamente acompanhado de advogados. O médico foi denunciado pelo Ministério Público (MP) no dia 4 de novembro.

O inquérito, finalizado pela Polícia Civil no dia 31 de outubro, indiciou o psiquiatra pelos crimes de importunação sexual e estupro de vulnerável. No mesmo dia, também foi realizado o depoimento dele à delegada responsável pelo caso, mas o médico permaneceu em silêncio.

O depoimento deveria ter sido realizado no dia 30 de outubro por videoconferência, mas um problema no fornecimento de energia na penitenciária de Gália, onde ele está preso, impediu a oitiva. O habeas corpus do médico foi rejeitado pela Justiça no dia 10 de novembro.

O médico atuava em uma clínica particular de Marília e no Centro de Atenção Psicossocial (Caps) de Garça (SP). No dia 4 de novembro, a Justiça negou o pedido de revogação da prisão do profissional solicitado pela defesa.

A reportagem da TV TEM entrou em contato com o Ministério Público para confirmar o recebimento da denúncia, mas o órgão disse que o caso está sob segredo de Justiça.

Com G1

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