26 fevereiro, 2024

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Israel amplia lei para privar condenados por ‘terrorismo’ de cidadania

O Parlamento de Israel aprovou uma lei nesta quarta-feira (15) que permite que “pessoas reconhecidas como culpadas de terrorismo” sejam privadas da nacionalidade israelense caso seja comprovado que recebem fundos da Autoridade Palestina.

O texto, aprovado por 94 votos a favor e 10 contra, autoriza a “retirada da nacionalidade [israelense] e a revogação da permissão de residência a uma pessoa condenada por atividades terroristas e que recebe indenizações da Autoridade Palestina”, informou o Parlamento em um comunicado.

A Autoridade Palestina oferece remunerações às famílias dos prisioneiros e aos próprios detentos, incluindo os que foram condenados por matar israelenses.

A nova lei amplia as possibilidade de retirar a nacionalidade de alguém e permite que o governo de Israel revogue autorizações de residência permanente concedidas a palestinos em Jerusalém Oriental. A região faz parte da Cidade Santa ocupada e anexada por Israel.

A nova medida poderia afetar dezenas de árabes israelenses [palestinos que têm nacionalidade israelense] e centenas de moradores de Jerusalém Oriental condenados em Israel, de acordo com a ONG de direitos civis HaMoked.

Os afetados podem ser expulsos dos territórios sob vigência da Autoridade Palestina na Cisjordânia ocupada ou na Faixa de Gaza, sob controle do Hamas desde 2007.

“Nossa resposta ao terrorismo é atingi-lo com força”, disse o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, no Twitter após a aprovação da lei.

A adoção da nova legislação ocorre em meio à escalada dos conflitos entre palestinos e israelenses.

Fonte: Yahoo!

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