12 de março, 2026

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Homem localizado em Botucatu por investigação de homicídio enfrenta julgamento

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Investigação levou à prisão de um dos réus na região da Vila Santana com apoio da DIG e da Guarda Civil Municipal de Botucatu.

Um homem localizado em Botucatu durante investigação policial foi levado ao Tribunal do Júri da Comarca de São Carlos na manhã desta quinta-feira, 12 de março. Ele e uma mulher respondem por homicídio doloso qualificado pela morte de um lavrador de 50 anos ocorrida em abril de 2025.

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Segundo os autos do processo, o crime teria ocorrido no final da noite de 21 de abril de 2025, por volta das 22h35, em uma chácara localizada na Estrada Cônego Washington José Pêra, na região do Jardim Zavaglia, em São Carlos. A acusação sustenta que o casal teria invadido o imóvel e atacado o morador enquanto ele dormia, utilizando pedaços de madeira. De acordo com a denúncia, a vítima não teria tido possibilidade de defesa.

O julgamento será conduzido pelo juiz presidente do Tribunal do Júri da Comarca de São Carlos, Cláudio do Prado Amaral, que fará o sorteio das sete pessoas responsáveis por compor o conselho de sentença. A acusação ficará a cargo da Promotoria de Justiça e os réus serão representados pelo advogado Fernando Domingues.

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As investigações foram conduzidas pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de São Carlos. De acordo com a polícia, a vítima costumava frequentar bares nos bairros Cidade Aracy e Antenor Garcia e residia sozinha na chácara onde ocorreu o crime. Conforme apurado pelos investigadores, comentários sobre a existência de dinheiro guardado na residência teriam despertado o interesse do casal investigado.

Três dias após o crime, em 25 de abril de 2025, policiais civis foram acionados em um conjunto de quitinetes na Rua Izak Fálgen, onde foi encontrado o corpo de outro homem que seria conhecido da vítima. Durante as diligências, os investigadores identificaram vestígios de sangue que levavam até a quitinete onde o casal morava. No interior do imóvel foram localizadas roupas com manchas de sangue.

Com base nas provas reunidas, a Justiça de São Carlos expediu mandados de prisão temporária por 30 dias no final de abril daquele ano. A partir de então, os investigadores passaram a monitorar possíveis deslocamentos do casal, principalmente para Botucatu, cidade onde familiares da mulher residem.

Durante as diligências, equipes da Delegacia de Investigações Gerais de Botucatu, com apoio da Guarda Civil Municipal, localizaram o homem na região da Vila Santana. Durante a abordagem, ele tentou ocultar sua identidade e negar o histórico criminal, mas foi conduzido à sede da DIG de Botucatu, onde a identificação foi confirmada e a ligação com o caso foi constatada.

A mulher permanece presa na penitenciária feminina de Mogi das Cruzes. Já o homem está recolhido na penitenciária de Araraquara. Ambos deverão ser levados a São Carlos em veículos separados para participarem do julgamento previsto para ocorrer ao longo desta quinta-feira.

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