29 de maio, 2024

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Homem desaparece na Lagoa da Quinta da Bela Olinda, em Bauru

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Um homem de aproximadamente 30 anos desapareceu na Lagoa da Quinta da Bela Olinda, em Bauru, no final da tarde deste domingo (25).

Segundo informações preliminares do Corpo de Bombeiros, o homem estava no local acompanhado de amigos e disse que iria atravessar a lagoa nadando.

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Porém, quando ele chegou ao meio do caminho, os amigos viram que ele começou a voltar à margem. Até que, em certo momento, o homem desapareceu na água, sem os colegas verem exatamente onde ele teria afundado.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e iniciou buscas no local, inclusive com mergulhadores. No entanto, até as 19h45 deste domingo, o homem não havia sido encontrado.

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Lagoa da Quinta da Bela Olinda em Bauru (Foto: Malavolta Jr./JC Imagens)

SOBRE A LAGOA

O local é apelidado por muitos de “lagoa da morte” pelas dezenas de vidas que foram perdidas ali e pelos desníveis perigosos que existem no fundo da represa.

A última morte por afogamento na Lagoa da Quinta da Bela Olinda, que se tem conhecimento, aconteceu em 21 de maio de 2023, quando um homem de 40 anos caminhou em direção à água e submergiu, não voltando mais à superfície.

Na época, a prefeita Suéllen Rosim informou que estudava a possibilidade de cercar o espaço com alambrado para dificultar o acesso. Mas, desde então, o assunto não foi mais abordado.

Antes disso, conforme noticiado em março de 2021, um homem de 56 anos se afogou no local e, em novembro de 2020, um jovem de 21 anos perdeu a vida da mesma forma. A estimativa da prefeitura é que, desde 2010, cerca de 100 pessoas morreram na represa, que não é indicada para lazer.

Uma das explicações para tantos afogamentos são os perigosos desníveis que existem no fundo da água. Uma batimetria feita em 2019 aponta que, em um trecho a partir da margem da lagoa, a profundidade varia bruscamente de 23 centímetros para 5,60 metros. Em outro ponto, a oscilação vai de 54 centímetros para 6,72 metros. Já o ponto mais profundo chegava a 9,91 metros.

Contudo, ainda não há estimativa de, a curto prazo, realizar intervenções para solução definitiva dos problemas, como a revitalização do espaço, aterramento do lago para reduzir a profundidade ou até o seu esvaziamento.

Fonte: JCNet

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