Hitler era viciado em drogas e injetava metanfetamina, diz autor alemão

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Um novo livro que estuda o uso de drogas pelos nazistas na Segunda Guerra Mundial promete mudar para sempre o que se pensava sobre Adolf Hitler. Personificação do autoritarismo e da crueldade no século XX, o Führer pode ter abusado de altas doses de drogas pesadas durante praticamente toda a guerra.

A informação está no “Der Totale Rausch: Drogen im Dritten Reich” (“A total euforia: Drogas no Terceiro Reich”), novo lançamento do autor alemão Norman Ohler. Ele crava: “Médicos e drogas são responsáveis por boa parte da estrutura interna do nazismo”.

De acordo com a pesquisa de Ohler, o líder da Alemanha nazi começou a se interessar por medicamentos e seus efeitos três anos antes da eclosão dos conflitos da Segunda Guerra, em 1936. Foi nesta época que Theodor Morell se tornou o médico particular de Hitler após ter prescrevido o probiótico Mutaflor para aliviar as suas dores no estômago.

A partir de então, Morell passou a agir como o elo entre o Führer e novas drogas, chegando a receitar os tipos mais fortes conhecidos até então – incluindo a psicoativa metanfetamina, cujo efeito a longo prazo se assemelha ao do crack.

Segundo os cálculos apresentados no livro, Hitler recebeu mais 800 injeções de metanfetamina, esteróides e outras substâncias de seu médico pessoal entre os anos de 1941 e 1945, ápice da guerra.

As informações dão novos parâmetros às análises das suas atitudes e sua postura no período; quando passou a ficar repentimanente calado em público ou durante suas reuniões, enquanto o nazismo cometia um dos maiores genocídios da história.

Outras fontes já sustentaram o fato de Adolf Hitler ser usuário de drogas pesadas: um dossiê de 47 páginas apresentado pela Agência Americana de Inteligência durante a Segunda Guerra alega que o Führer era “um homem explosivo” que tomava cerca de 74 medicamentos diferentes. O documentário britânico “O hábito de se drogar de Hitler”, por sua vez, conta o abuso de Vitamultin – que contém metanfetamina em sua composição – por parte do líder nazista nos seus últimos dias escondido em uma casamata, ao fim da guerra.

Na década de 1930, a popularidade dos estimulantes com base em metanfetamina estourou no mundo todo entre esportistas, artistas, estudantes e principalmente soldados, de acordo com a revista italiana La Stampa. Após o estonteante desempenho dos atletas americanos nas Olimpíadas de 1936, em Berlim, medicamentos como a Benzedrina e o Pervitin (ambos com cristais) eram legalmente comercializados nos EUA e na Alemanha e usados inclusive pelas tropas do exército.

Fonte: Yahoo!

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