Funcionários da UPA de Tatuí sofrem com falta de salários desde abril

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Funcionários da Unidade de Pronto Atendimento de Tatuí (SP) estão sem receber salários desde o mês de abril. A alegação da empresa que administra a UPA para a falta dos pagamentos é de que a prefeitura não teria feito o repasse do dinheiro.

De acordo com o Executivo, nos meses de abril e maio, os valores foram integralmente repassados para a empresa, portanto, é necessário que ela “cumpra com as obrigações salariais de seus colaboradores e prestadores de serviços”.

Para a TV TEM, o Instituto Inovare afirmou que houve um déficit de parte do repasse de maio e o pagamento integral de junho, e por isso a suspensão. Segundo o instituto, o déficit é de R$ 862 mil e não seria possível pagar pelos serviços médicos, de fornecedores e prestadores de serviços, até que a prefeitura repasse todos os valores.

De acordo com o Executivo, em relação ao repasse do mês de junho de R$ 520 mil, a prefeitura precisou retê-lo por conta da falta de pagamento dos médicos em abril e a ausência do relatório de execução das atividades, além de comprovantes de recolhimento dos encargos sociais da empresa.

Disse ainda que essas irregularidades são consideradas graves e obrigaram a Secretaria de Saúde a suspender o repasse dos valores até que os esclarecimentos sejam apresentados com os respectivos comprovantes.

Já em relação aos R$ 342 mil que a organização social alega que a prefeitura não repassou, a prefeitura disse que são valores referentes aos serviços médicos de maio, quando o município assumiu o serviço da UPA devido à falta de profissionais na unidade.

Por fim, a prefeitura afirmou que vai adotar as “medidas legais cabíveis buscando garantir o pagamento dos funcionários que trabalham na unidade”. Nesta quarta-feira (9), o município deu início ao processo licitatório para contratação de uma nova organização social para o gerenciamento da UPA.

Sobre isso, o instituto informou que já comunicou oficialmente a prefeitura que não tem interesse em continuar com o contrato após o seu vencimento, em 15 de julho.

A TV TEM questionou ainda o instituto sobre o que a prefeitura havia informado, de que o município precisou assumir os serviços da unidade em maio e, por isso, parte do pagamento não teria sido efetivada. A prefeitura também solicitou a documentação em relação ao uso do dinheiro já repassado, mas não teve retorno.

Fonte: G1 – Foto: TV TEM/Reprodução

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