Ex-mulher de policial mata amiga do ex-marido e é morta pela polícia

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A ex-mulher de um agente de polícia matou uma amiga do ex-marido e foi morta por um policial militar que tentava evitar o crime. Tudo aconteceu dentro de um hotel de luxo em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife, na tarde de domingo (25). O caso está sendo investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Segundo a delegada Gleide Ângelo, a confusão começou por volta do meio-dia na piscina do hotel, que fica em Piedade, na Avenida Bernardo Vieira de Melo. O agente de polícia estava ali, conversando com a amiga, quando a ex-mulher chegou. “Ela começou a discutir com a amiga e ele, assustado, saiu para pedir ajuda à Polícia Militar”, conta.

Quando ele voltou com quatro policiais militares, no entanto, as mulheres já estavam trancadas em um quarto do hotel. Ao que tudo indica, a ex-mulher estava fazendo a outra de refém. Os policiais ainda tentaram negociar, para que elas saíssem dali. Mas, quando a porta ia abrir, ouviu-se um tiro.

“A amiga caiu, baleada as costas. E a ex-mulher apareceu apontando a arma para a mulher e para os policiais. Para evitar o crime, um PM atirou nela”, conta a delegada Gleide Ângelo.  “Acredito que a amiga tentou ir embora correndo, mas quando abriu a porta foi baleada”, completa.

A vítima foi socorrida à Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) de Barra de Jangada, mas não resistiu ao ferimento e morreu. A ex-mulher também foi socorrida com vida. Ela foi atingida entre o ombro e o peito e foi levada para o Hospital da Aeronáutica, no Recife. Depois, foi transferida para o Hospital da Restauração, onde morreu.

A polícia está ouvindo os policiais e os familiares da vítima no DHPP, na Zona Oeste do Recife, na noite deste domingo. Depois, o caso será encaminhado para o DHPP de Jaboatão dos Guararapes. Segundo Gleide Ângelo, ainda não se sabe de quem era a arma usada pela ex-mulher do policial.

“Fizemos perícia e exame de balística. Vamos esperar o resultado e investigar”, disse, admitindo que a principal linha de investigação é a passional. “Houve precedentes de outras brigas e de que ela não aceitava o fim do relacionamento”, conta Gleide.

Segundo a polícia, os dois haviam se separado há duas semanas, apos três anos de casamento. O DHPP ainda contou que o agente de polícia morava no hotel em que aconteceu o crime. A ex-mulher dele também havia residido no local e tinha 28 anos. Já a amiga do policial tinha 25.

Fonte: G1

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