Quatro razões por que as pessoas não conseguem deixar (de verdade) o Facebook

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Você avisou todos os seus amigos (reais e virtuais), publicou um texto imenso explicando o motivo da saída definitiva do Facebook, mas depois de uma semana estava de volta à rede? Saiba que você não está só. Um ESTUDO PUBLICADO PELA UNIVERSIDADE CORNELL APONTA QUATRO RAZÕES QUE INFLUENCIAM SIGNIFICATIVAMENTE UMA PESSOA A RETORNAR AO “FACE”, COMO A REDE TAMBÉM É POPULARMENTE CHAMADA.  

FOTO: THINKSTOCK

Os dados foram fornecidos  pelo “99daysoffreedom.com” (99diasdeliberdade, em tradução livre), uma campanha virtual que encoraja as pessoas a se desconectarem do Facebook durante 99 dias. FORAM DISTRIBUÍDOS MAIS DE 5 MIL FORMULÁRIOS, EM DIAS ALTERNADOS DO PROJETO, PARA AVALIAR O HUMOR DOS PARTICIPANTES. Depois, os cientistas se detiveram sobre aquelas pessoas que tentaram, mas não conseguiram sair da rede.

O 4 MOTIVOS QUE MANTIVERAM AS PESSOAS CONECTADAS AO FACEBOOK

PELO VÍCIO: Quem sentia que o Facebook era viciante ou muito habitual tendia a voltar.

PARA VIGIAR: Usuários que se sentiam monitorados na rede social tiveram menor índice de retorno. Já os que usavam o Facebook para gerir a forma como outras pessoas pensavam estavam mais propensos a voltar.

HUMOR: Quando de bom humor, os participantes conseguiam sustentar com mais facilidade a promessa de se manter longe da rede social.

OUTRA MÍDIA SOCIAL: O estudo descobriu que os usuários estavam menos propensos a voltar para a vida “facebookiana” se estivessem em outra mídia, como o Twitter. Aqueles que refletiram sobre o papel da tecnologia em suas vidas tendiam a retornar. No entanto, em muitos casos, os usuários voltaram, mas alteraram o modo de uso, desinstalando o aplicativo do celular, reduzindo o número de amigos ou limitando o tempo gasto na plataforma, por exemplo.

Sobre isso, Eric Baumer, pesquisador da instituição que realizou a pesquisa, conclui: “O Facebook também desempenha funções sociais. Em alguns casos, é o único meio de contato de alguns grupos. Esse estudo destaca a complexidade envolvida nas decisões das pessoas sobre usar ou não as mídias sociais”.

Fonte: Daquidali

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