Petição online quer transformar ecocardiorama fetal em exame obrigatório do pré-natal

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Está circulando, pela internet, uma PETIÇÃO ONLINE com o intuito de mobilizar o ministro da Saúde, MARCELO CASTRO, para transformar o ecocardiograma fetal em um dos exames obrigatórios durante o pré-natal. De acordo com a campanha, o procedimento é simples, indolor e não-invasivo, e, embora tenha um custo relativamente alto, muitos especialistas recomendam sua realização.

Segundo a ginecologista e obstetra FERNANDA PEPICELLI, este exame é um ultrassom do coração. “Ele é feito por volta da 28ª semana, principalmente em gestantes diabéticas, hipertensas e com mais de 35 anos ou com desconfianças de má-formação cardíaca.ANALISA-SE SE O CORAÇÃO DO BEBÊ tem as quatro câmaras, se o sangue está passando da forma correta, a fisiologia e anatomia do órgão”, explica.

Com o ecocardiograma fetal, é possível fazer a IDENTIFICAÇÃO PRECOCE destas más-formações, aumentando o suporte médico para o bebê após o nascimento ou mesmo iniciando o tratamento ainda na vida uterina. “Se ele virar um exame de rotina, serão feitos mais diagnósticos e essas crianças terão mais estrutura no parto”, comenta Fernanda.

Foto: Fuse/Fuse

Atualmente, em um laboratório médico particular, o custo do exame pode chegar a R$ 689, apesar de ser um procedimento parecido com qualquer outro ultrassom. Ou seja, o alto custo impede que muitas famílias o realizem.

Segundo o pediatra THIAGO CALDI DE CARVALHO, a mobilização para a obrigatoriedade é importante. “Para quem depende do SUS, por exemplo, estes movimentos são importantes. É um fator que pode pressionar e gerar mudanças”, afirma.

As más-formações congênitas cardíacas podem ser também diagnosticas no ultrassom morfológico do segundo trimestre. “Se investir em morfológicos de mais qualidade, com mais pessoas capacitadas para identificar, a mulher vai estar bem assistida”, fala Fernanda. “Atualmente, ele está disponível na rede pública apenas para quem faz PRÉ-NATAL DE ALTO RISCO ou se, durante o pré-natal, foi constatada a má-formação. Acredito que o exame TENHA QUE SER MAIS ACESSÍVEL A QUEM PRECISA DELE”, diz.

Fonte: Daquidali

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