Óleo não é tudo igual! Entenda as diferenças e quando utilizar cada um

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Existem vários tipos de óleos no mercado e, com um leque tão vasto de opções, nada mais comum do que ficar em dúvida sobre qual escolher. Apesar de muitas vezes conterem calorias parecidas, as demais propriedades podem apresentar grandes alterações, assim como a sugestão de preparo.

“Todos os óleos apresentam o mesmo teor calórico, ou seja, A CADA GRAMA DO ALIMENTO TEMOS 9 KCAL. Desta forma, dependemos da quantidade a ser consumida na preparação para estabelecer o teor calórico”, explica a nutricionista LEANDRA GIORGETTI.

Kharichkina/iStock

AZEITE

O azeite é um dos mais saudáveis. Isso porque, de acordo com a especialista, é rico em gordura monoinsaturada. “Ela é muito benéfica, pois ESTÁ ASSOCIADA À DIMINUIÇÃO DO RISCO DE DESENVOLVIMENTO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES. É comumente utilizada em diversas preparações, sejam quentes ou frias. Os óleos de oliva são comercializados em frascos do tipo âmbar, o que auxilia na manutenção de propriedades nutricionais, já que azeites extravirgem, na presença da luz, podem rapidamente modificar as características funcionais especialmente relacionadas às atividades antioxidantes”, completa.

Muita gente se pergunta se é possível esquentá-lo, já que ele pode perder propriedades importantes. “ESSE TIPO DE GORDURA NÃO É AFETADA PELA COCÇÃO OU PRESSÃO, como no preparo do arroz e feijão, mas as atividades antioxidantes serão reduzidas. No caso de frituras até a temperatura de 150 graus não foi notada nenhuma alteração”, aponta.

ÓLEO DE LINHAÇA

Óleo de linhaça deve ser consumido frio. Foto: Elenathewise/iStock

SOJA, GIRASSOL, MILHO E CANOLA

Óleo de milho deve ser utilizado na mistura de massa de bolos e doces. Foto: al62/iStock

Esses são considerados os tipos mais comuns e com valor mais em conta, mas apresentam menos vantagens do ponto de vista da saúde. “Eles são classificados como polinsaturados e apresentam ÔMEGA 6 DE ORIGEM VEGETAL. Os de canola e soja apresentam pequenas frações de ômega 3”, revela.

Leandra diz que esses óleos têm boa estabilidade quando aquecidos, mas costumam liberar substancias tóxicas acima dos 180 graus. Por serem mais resistentes, seu uso é comum para frituras. A EXCEÇÃO É O DE MILHO, QUE NÃO SE RECOMENDA CONSUMIR FRIO E NEM MUITO QUENTE, o que o torna ideal para receitas de bolos e doces, sendo colocado na mistura da massa. “Lembre-se de que os óleos nunca devem ser reaproveitados”, alerta.

ÓLEO DE COCO

O óleo que vem do coco ficou famoso em dietas e no mundo fitness por conter propriedades interessantes para o corpo. No entanto, é preciso estar atenta ao utilizá-lo. “ELE É UMA FONTE VEGETAL DE GORDURA SATURADA, A RESPONSÁVEL PELO AUMENTO DE COLESTEROL RUIM, e ainda faltam pesquisas para determinar o seu papel na alimentação humana. O consumo pode ser feito tanto em preparações frias quanto quentes, mas não é recomendado utilizar sem orientação de um nutricionista”, adverte.

Fonte: Daquidali

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