Etiqueta: Você sabe receber bem seus convidados?

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“ADO, ADO, ADO, cada um no seu quadrado!” A expressão – hit da web que atualiza o manjado “cada macaco no seu galho”– é útil para lembrar que anfitrião e visita são espécies distintas. Ao abrir a casa, você deve levar ao pé da letra o nome desta coluna: A casa é sua. Ou seja, é dele, do convidado. Sentir-se em casa na própria casa quando se recebe é um risco com alto poder desencadeador de gafes. Duvida? Confira exemplos a seguir. Atenção: irmão, pai, mãe ou amigos do peito não são considerados aqui categoria visita.

NA CHEGADA Pior do que se atrasar ao compromisso na casa da pessoa que o espera é quando ela não o espera. Você comparece na hora, se aboleta no sofá da sala e fica lá olhando para as paredes esperando o anfitrião, que se encontra no banho, no trânsito ou ao telefone! Jeitinho bom de começar mal a noite.

NAS APRESENTAÇÕES Pode haver algo mais constrangedor do que encontrar alguém e não lembrar o nome? Sim. Quando essa pessoa é sua visita, adentra a sala e você deve apresentá-la aos demais ali. Se você não fez a lição de casa, decorando o nome de esposas, maridos ou seja lá mais quem for que receberá, não há saída louvável. A sugestão menos penosa é assumir a gafe, em vez de tentar consertar, o que só chama atenção. Pergunte à pessoa o nome e siga em frente.

NO CARDÁPIO Você se informou sobre as restrições alimentares dos seus convivas, certo? Tem os vegetarianos, celíacos, diabéticos, gente de dieta… Para a noite D, você monta o cardápio quebra-cabeça e não se fala mais nisso. Porém, há anfitrião que não se aguenta e expõe a preferência ou, conforme o caso, a fragilidade de cada um. O vegetariano é um dos alvos preferidos. Sempre tem de responder à fatídica: “O que você tem contra carne?”. É de tirar a fome.

NOS BASTIDORES A cozinheira deu o cano? O cão ficou doente justo naquele dia? A sobremesa dos deuses foi mais trabalhosa do que parecia? Os pepinos dignos de Murphy são problemas da casa. Quando revelados em alto e bom som, transformam o encontro num delito e imputam a culpa ao convidado. Assunto de bastidor deve manter-se entre anfitrião e assistentes do lar.

NO PRATO A visita provavelmente tem pais que a educaram. Então, não insista para que ela coma mais ou prove um prato pelo qual passou reto. A pessoa pode estar satisfeita ou nem ter gostado da comida.

NO PAPO Entre visitas, contenha os ímpetos, nunca fale tudo o que pensa. Quer um exemplo da vida real? Há horas a conversa entre os convidados girava em torno de histórias antigas vividas por alguns dos presentes. O cafezinho chegou e a sessão nostalgia continuava. A anfitriã ansiosa resolve então desabafar: “Gente, a fila anda, vamos parar de falar do passado e contar umas novidades?” Mal-estar geral. Todo mundo foi reprimido. Desabafos passam despercebidos na conversa em torno da mesa do bar ou no almoço em família, e olhe lá!

NA MEDIDA Para deixar sua visita à vontade e proporcionar horas agradáveis, seja amável na medida! Gentileza gera gentileza, mas em excesso oprime.

Fonte: Casa e Jardim

 

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