De olho no futuro: o que considerar ao escolher a escola dos seus filhos?

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Escolher a escola em que os filhos vão estudar é uma tarefa difícil na vida dos pais. Vai ser neste local que eles vão aprender a ler, escrever, fazer contas, conhecer amigos, passar o tempo e, também, se tornar cada vez mais independentes. Essa decisão interfere de forma direta tanto no PRESENTE e quanto no FUTURO deles. Ou seja, é normal ter dúvidas e preocupações.

Independente da faixa etária, ao concluir que chegou o momento de fazer a matrícula do seu filho, reflita sobre que tipo de educação você quer dar. As instituições, atualmente, oferecem uma gama grande e diversa de metodologias, disciplinas, preços e formas de interação e avaliação. Por isso, ANALISE O PERFIL de cada uma e reconheça qual vai se ENCAIXAR MELHOR NA SUA FAMÍLIA.

Foto: Wavebreakmedia/iStock

POSSIBILIDADES

De acordo com a pedagoga CLAUDIA FARKAS, diretora , compreender o que você deseja facilita na hora de eleger as opções. “A família tem que saber que TIPO DE EDUCAÇÃO está procurando. Se quer colocar em uma escola grande para ter continuidade ou se prefere uma menor, com mais proteção e atenção. Depende do que você busca”, afirma.

Em geral, os colégios que possuem TODAS AS ETAPAS DO ENSINO (infantil, fundamental e médio) exigem certa burocracia para o agendamento de conversas com professores e coordenadores, por exemplo. Muitos pais, entretanto, SE SENTEM TRANQUILOS quando suas crianças crescem em ambientes grandes, hierárquicos e que oferecem a POSSIBILIDADE DA CONTINUIDADE DA EDUCAÇÃO. Já outras famílias encontram essa tranquilidade ao optar por instituições menores, em que os filhos fiquem MAIS PROTEGIDOS e que a intimidade entre as partes envolvidas seja mais intensa.

Ao ter isso definido, decida também se você quer que seu filho estude em colégios tradicionais, religiosos ou mais liberais. Reunir o maior número de informações sobre eles também é importante. Você pode fazer isso procurando na internet, nas diretorias de ensino e, principalmente, COLHENDO REFERÊNCIAS DE OUTROS PAIS que têm ou já tiveram experiências com o local. Claudia comenta que ter todas estas certezas vai prevenir que você entre em conflito com suas escolhas no futuro.

É imprescindível também averiguar se a instituição é regularizada. “Muitas não são supervisionadas pela Diretoria de Ensino, e isso é importante. Existe uma LEGISLAÇÃO A SER SEGUIDA para garantir a segurança física, educacional e emocional dos alunos. Tem que se precaver”, alerta.

DECISÃO DE TODOS

A pedagoga aconselha a levar as crianças durante a visita à escola candidata. “Vá com um olhar de observador”, aponta. Veja como os funcionários recebem seus filhos e como eles tratam os alunos que já estão ali.

Isso é bacana para que seu pequeno se habitue à ideia de que a rotina dele vai ser diferente. “É IMPORTANTE QUE ELES PARTICIPEM. Pergunte qual elas mais gostaram. Claro que são os pais quem vão decidir, mas as crianças vão entender melhor que vão lá para aprender e brincar. Não vai ter aquele choque”.

Aproveite o momento para fazer todas as perguntas que deseja. Se seu filho for ainda pequeno, procure saber sobre como são as trocas de fralda, as sonecas, se dão banho, como é a alimentação, como as mamadeiras são preparadas e etc. Já se ele é maiorzinho, questione, principalmente sobre a metodologia de ensino. “A educação não pode impor. Ela tem que tornar os alunos PESSOAS PENSANTES”, fala a profissional.

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MENSALIDADES

Obviamente, a questão financeira pesa bastante na decisão. Afinal, a matrícula e as mensalidades serão um compromisso que você vai assumir com a escola, que, por sua vez, depende deste dinheiro para pagar funcionários e oferecer tudo aquilo que foi prometido.

“Não adianta almejar a mais cara e ter que mudar sua vida para pagar. Não é viável e se torna um estresse. Faça uma reflexão financeira para organizar quem vai pagar, dentro das suas condições”, aconselha.

Hoje em dia, as instituições oferecem uma quantidade enorme de disciplinas extracurriculares como línguas, esportes, culinária, dança, teatro e etc. Entenda que tudo isso é bastante importante para o desenvolvimento do seu filho, porém todas as escolas precisam OFERECER PRIMEIRAMENTE O BÁSICO e aquilo que é exigido por lei. “O essencial é linguagem, ciências, matemática, geografia e as matérias da base comum, porém, de forma mais lúdica”, explica.

Existem também exigências no ASPECTO ESTRUTURAL E FÍSICO: avalie se tem uma quadra para a prática de esportes, um parque para que os pequenos desenvolvam suas habilidades motoras, se os banheiros e a cozinha são limpos, se as paredes estão bem pintadas, se as salas de aula têm claridade e são arejadas e etc.

Um fator importante e que deve ser levado em consideração é a QUALIFICAÇÃO DAS PESSOAS QUE ALI TRABALHAM. “Você pode solicitar o regimento do local e plano escolar porque eles são públicos e têm o nome de todos os profissionais”.

A pedagoga ainda complementa que, enquanto seu filho for pequeno, compensa procurar uma INSTITUIÇÃO QUE SEJA DE FÁCIL ACESSO para casos de emergência, como, por exemplo, trânsito excessivo ou mesmo problemas de saúde. “Enquanto ela depende de você, procure deixá-la próximo ao seu trabalho, o estresse é menor”.

Outra dica importante da profissional é não omitir dos educadores alguns detalhes importantes sobre a criança como doenças, uso de medicamentos e complicações de família, como a separação dos pais. “A ESCOLA TEM QUE CONHECER O SEU FILHO porque ela o ajuda a superar. Não tema discriminações por qualquer problema que vocês têm”, afirma.

Fonte: Daquidali

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