Como saber se a carne e o frango estão bons para consumo? Especialistas dão as dicas

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Depois das notícias de que as carnes vermelhas e o frango estariam sendo adulteradas, as pessoas estão com medo de levar um produto sem qualidade para casa.  Fique esperta!

Antes de tudo, “é primordial confiar no local que se compra”, diz Felipe Oliviero, especialista em carnes vermelhas e proprietário da boutique de carnes A Cia. Steakhouse.

Foto: DeanDrobot/istock

TEXTURA

No caso das carnes, pela variedade de cortes, “a textura não é parâmetro para desclassificá-las. Peças como alcatra e picanha são moles, já lagarto e coxão duro, mais firmes”, diz Felipe.

ODOR

É o principal indicativo para saber se a carne está boa. “Se ele estiver mais forte, ou levemente estragado, mesmo sem experiência você consegue identificar o cheiro ruim, e aí, o ideal é se desfazer da peça”, recomenda o profissional.

COLORAÇÃO

É importante estar atenta à cor: quanto mais vermelho vivo, mais fresca a peça. Segundo Oliviero, “não pode estar cinza ou verde, com aparência de carne velha, meio pálida”.

ANALISE O ARMAZENAMENTO

É imprescindível estar atenta às condições de armazenamento. Em supermercados maiores, geralmente estão dentro dos padrões estabelecidos por lei, mas em açougues e mercados de bairro, pode haver uma preocupação menor, e aí você encontra aquela carne com aspecto de estar ali há dias (já criando aquela película ressecada), às vezes algumas moscas, odor forte, o que naturalmente já te faz pensar duas vezes antes de levar para sua mesa.

No caso das peças embaladas a vácuo, ele faz um adendo: “aquele vermelho vivo não se vale para essa categoria, porque os próprios fabricantes avisam que é comum elas terem uma cor mais amarronzada por conta do fechamento sem a presença de ar. Mas ao abrir, ela vai voltando ao normal”.

VALIDADE

Felipe esclarece que “se embalada á vácuo, a validade se dá por um ano congelada e três meses resfriada. Independente do clima da sua região, o alimento tem que estar acomodado em uma temperatura de 0 a 10 graus. No caso das carnes do supermercado, aquelas na bandejinha, o cuidado com o prazo tem que ser extremo, porque já foram manipuladas”.

Foto: Magone/istock

TEXTURA

O primeiro passo é checar a textura da carne, o que pode ser feito mesmo com o plástico por cima. Aperte com o dedo, ela tem que estar firme, não pode se esfacelar, e precisa estar com aparência de músculo, macia e firme. Às vezes, o frango já está um pouco melado, e isso significa que ele já está passando do ponto de ser consumido, mas isso se será percebido ao abrir a embalagem.

ODOR

O cheiro de carne fresca é muito característico, não lembra sangue ou vísceras, e isso é importantíssimo no frango. Qualquer odor mais forte, desconfie e parta para uma nova peça.

COLORAÇÃO

A cor do frango tem que estar sempre para o rosado bem clarinho. Se ele estiver muito branco, é porque o frango foi criado em viveiro, o que não significa que é ruim ou não pode ser consumido, é apenas uma outra variedade. Já os frangos criados de modo mais caseiro, possuem uma gordura amarelada e firme, como é o caso dos caipiras, encontrados em feiras.

VALIDADE

No caso das carnes, que são diferentes de produtos secos, essa margem de segurança precisa ser respeitada. A peça deve ser consumida em seu estado mais fresco possível. Se você for contabilizar a logística, da morte do animal até a chegada na prateleira já se passaram alguns dias, e o frango é uma carne altamente perecível. Às vezes você vai ao supermercado e o alimento está em promoção, geralmente é porque a validade está próxima. Sendo assim, só compre se for consumir até a data na etiqueta.

Fonte: Daquidali

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