Alimentos antioxidantes: quais são e que efeitos trazem ao corpo humano?

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Essas substâncias são essenciais para manter a saúde do organismo, pois impedem o envelhecimento celular e reduzem a ocorrência de doenças cardiovasculares e cerebrais

Na última década, cresceu o número de sites, programas televisivos, séries e filmes trazendo dicas sobre como ter uma alimentação saudável. Elemento fundamental para garantir uma boa saúde, a alimentação saiu dos consultórios médicos ou academias e está cada vez mais presente nas conversas do cotidiano.

Quem acompanha noticiários sobre os benefícios de uma boa alimentação ou já foi em uma consulta com nutricionista já ouviu falar nos alimentos antioxidantes, tais como laranja, brócolis, espinafre, salmão, aveia e frutas vermelhas. Veja, a seguir, os benefícios que eles proporcionam ao corpo humano.

Efeitos dos antioxidantes

Tais alimentos são altamente recomendados já que impedem a oxidação celular no corpo, ajudando a proteger as células saudáveis do organismo da ação danosa de radicais livres. Esse processo é fundamental para garantir ao nosso organismo a capacidade de se regenerar e se revitalizar constantemente.

Os radicais livres costumam ser átomos de oxigênio, liberados no instante em que o alimento é digerido nas células do corpo para produzir energia.  Eles também são produzidos externamente, por contaminantes como a poluição, os aditivos químicos e o fumo, podendo alterar membranas celulares e o DNA, além de provocar o envelhecimento celular.

As substâncias antioxidantes também contribuem para manter a saúde da pele, reduzindo acnes e rugas, diminuir o risco de problemas como doenças coronarianas e acidentes vasculares cerebrais, além de reduzir cicatrizes, melhorar a saúde do cabelo e a circulação do sangue. Confira algumas delas.

Licopeno

Essa substância retira os elementos oxidantes da circulação sanguínea e melhora a sensibilidade à insulina — hormônio que promove a entrada de glicose nas células do organismo, sendo essencial na síntese de proteínas e no armazenamento de lipídios.

Presente em alimentos como o tomate, a goiaba e a melancia, é ele quem dá a cor avermelhada. O licopeno deve ser preferivelmente consumido na forma crua ou cozida.

Vitamina A

Encontrada, principalmente, na gema de ovo, no óleo de peixes e em fígado, a vitamina A é fundamental para a saúde da pele, mantendo suas células ativas e em bom funcionamento, além de atuar na renovação celular desse órgão e formar o colágeno — proteína essencial para a pele, o cabelo e as unhas.

A vitamina A também pode ser encontrada em vegetais como a cenoura e o espinafre. Já frutas como o mamão e a manga possuem os carotenoides — substância que é transformada pelo organismo em vitamina A.

Vitaminas C e E

Outro poderoso aliado para combater a formação de radicais livres, a vitamina C atua, especialmente, em dentes, gengivas, ossos e vasos sanguíneos. Ela está fartamente presente em frutas cítricas, como abacaxi, laranja e limão, além de batata-doce, pimentão, espinafre, folha de brócolis, damasco e abóbora cozida.

Já a vitamina E é uma poderosa substância para prevenir aterosclerose, o acúmulo de placas de gordura e outras substâncias danosas nas paredes das artérias. Para consumi-la, coma frutas como mamão e abacate, além de oleaginosas como castanha do Pará, amêndoas, pistache e nozes.

Sementes, cereais e carnes

Algumas sementes, cereais e carnes também contém antioxidantes. A aveia é uma importante fonte de silício, que ajuda a estruturar a pele, além de conter beta-glucana, capaz de melhorar a circulação sanguínea, eliminar toxinas e dificultar a absorção de gorduras pelo intestino.

A semente de linhaça também é outro poderoso antioxidante. Rica em ômega 3,  possui muitas fibras, o que ajuda a limpar o organismo de toxinas. A linhaça anti-inflamatório natural, ela também auxilia na regulação hormonal. Salpicar saladas com um pouco de linhaça pode ser uma ótima opção para incorporá-la ao cardápio cotidiano.

Os peixes são as carnes mais propícias para quem quer aumentar o teor de antioxidantes na alimentação. Além do salmão, as sardinhas, o arenque e o atum são outras fontes ricas dessas substâncias.

Azeite de oliva

Um dos favoritos dos nutricionistas, o azeite de oliva tem propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. O recomendado é dar preferência para os tipos extravirgens, cuja acidez é inferior a 1%, e consumir até duas colheres de sopa por dia.

O azeite de oliva é rico em ácidos graxos monoinsaturados, como o ômega 9, capazes de reduzir a concentração de LDL, conhecido como mau colesterol, no sangue, além de ser uma fonte rica de polifenóis, antioxidantes que previnem doenças cardiovasculares e reduzem a inflamação no organismo.

Conteúdo produzido para o Jornal Leia Notícias

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