Estado de SP tem 22 mortes por coronavírus; são 631 casos confirmados

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O estado de São Paulo registrou mais sete mortes pelo novo coronavírus, e agora chega a 22 o número de mortes, segundo o Ministério da Saúde. São 631 casos confirmados.

Todas as mortes aconteceram na cidade de São Paulo. Das sete novas mortes, cinco são homens (76, 81, 82, 82, 83 anos) e duas mulheres (88 e 96 anos), informou a Secretaria de Estado da Saúde.

Entre o total de mortes registradas até o momento, 21 ocorreram em hospitais privados e um em hospital público.

Em todo o país, são 1.546 casos confirmados. Foram relatados 418 casos a mais em relação ao balanço anterior, de sábado, um aumento de 37%.

Quarentena no estado

O governador João Doria (PSDB) afirmou na tarde deste sábado (21) que irá determinar quarentena, pelo período de 15 dias, a partir da próxima terça-feira (24) até o dia 7 de abril, para os 645 municípios do estado de São Paulo.

A medida obriga o fechamento do comércio e mantém apenas os serviços essenciais, como nas áreas de Saúde e Segurança. A publicação do decreto será feita no Diário Oficial do estado.

Poderão continuar funcionando na quarentena:

  • Hospitais, clínicas, farmácias e clínicas odontológicas;
  • Transporte público;
  • Transportadoras e armazéns;
  • Empresas de telemarketing;
  • Petshops;
  • Deliverys;
  • Supermercados, mercados e padarias;
  • Limpeza pública;
  • Postos de combustível.

Terão de fechar as portas*:

  • Bares;
  • Restaurantes;
  • Cafés;
  • Casas noturnas;
  • Shopping centers e galerias;
  • Academias e centros de ginástica;
  • Espaços para festas, casamentos, shows e eventos;
  • Escolas públicas ou privadas.

*Bares, cafés e restaurantes podem manter o funcionamento em sistema de delivery e/ou drive thru.

“A partir da próxima terça-feira, 24 de março, nós decretamos quarentena aos 645 municípios do estado de São Paulo. Isso implica na determinação, na obrigação, do fechamento de todo o comércio e serviços não essenciais à população em todo o estado de São Paulo pelo período de 15 dias”, disse Doria durante coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, na Zona Sul de São Paulo.

“Esta medida poderá ser renovada, estendida ou suprimida se houver necessidade, mas ela faz parte das informações que nós temos, embasadas da Secretaria de Saúde e do Centro de Contingência do Covid-19”, acrescentou o governador.

Fonte: G1

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