Esqueleto cheio de joias é elo perdido da Era de Bronze

Uma descoberta rara de um túmulo intacto repleto de artefatos da Era do Bronze pode mudar o que se conhece sobre a história da Grécia.

O local onde foi enterrado há cerca de 3.500 anos um guerreiro da época áurea da civilização creto-micênica, que antecede a civilização grega, continha joias preciosas, armas, espelhos (foto) e outras riquezas com características que remetem aos minóicos, civilização de cultura ainda mais antiga. Até então, pensava-se que riquezas dos minóicos tinham sido roubadas no momento em que foram conquistados pelos micênicos na ilha de Creta.

O achado, contudo, indica uma troca cultural e uma convivência mais ampla entre as duas culturas, lançando novo olhar sobre a civilização micênica, base da civilização grega.

O túmulo descoberto por pesquisadores da Universidade do Cincinnati na cidade de Pilos possui mais de 3.500 anos.

O homem enterrado no local por volta de 1.500 a.C. pode ter sido um guerreiro ou um padre de cerca de 30 anos.

Ao seu redor estavam mais de 2.000 objetos, incluindo quatro anéis de ouro sólido, taças de prata, pérolas, pentes de marfim, uma espada, dentre outros.

Um dos anéis (foto) é o segundo maior com sinete de ouro já descoberto na região do mar Egeu. Ele mostra cinco figuras femininas reunidas em um santuário à beira do mar.

Já o esqueleto foi apelidado de “guerreiro grifo”, devido à presença de uma placa de marfim decorada com o animal mítico com corpo de leão e cabeça e asas de águia

Fonte: Yahoo!

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