Nobre e Leco reatam relações entre Palmeiras e São Paulo

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A rivalidade histórica entre Palmeiras e São Paulo ficou mais aflorada de abril de 2014 até o outubro deste ano. O motivo: os entreveros entre o ex-presidente tricolor Carlos Miguel Aidar e o mandatário alviverde, Paulo Nobre, que prometeu não ter relações com o rival enquanto o dirigente estivesse no Morumbi.

A renúncia do dirigente, substituído por Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, selou a paz entre os clubes, em clima cordial durante o sorteio dos grupos do Paulistão de 2016, nesta quinta-feira, na sede da Federação Paulista de Futebol.

Sorridentes, Leco e Nobre se sentaram um ao lado do outro na mesa de reunião do conselho técnico que definiu mudanças importantes no estadual. O são-paulino não falou com a imprensa na saída da reunião, mas disse antes de ser eleito que haveria diálogo normal com o Palmeiras.

– Sempre deixei claro que o São Paulo e o Palmeiras estavam muito além dos seus atuais presidentes. Eu rompi relações com a administração do ex-presidente (Aidar). Isso não significa que não tivesse me dado bem com os outros vices e pessoas da política são-paulina. Nunca tive intimidade com o atual presidente (Leco), mas já o conhecia e tenho bom relacionamento institucional, como tem de ser – disse Nobre.

A contratação de Alan Kardec foi o estopim da crise entre Aidar e Nobre. O atacante palmeirense “pulou o muro” da Academia de Futebol para o CT da Barra Funda e causou enorme polêmica. Aidar disse que o Verdão estava se apequenando e chamou Nobre de “juvenil”, que rachou relações com o Tricolor. Outro que seguiu o mesmo caminho foi Wesley, pivô de nova rusga entre os clubes.

São Paulo e Palmeiras ainda protagonizaram discussão após a Crefisa fechar patrocínio master com o Verdão. Os clubes também disputaram as contratações de jogadores como Thiago Mendes, Dudu e Daniel.

Fonte: G1

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