03 março, 2024

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Especialista cibernético da NSA e médico do Exército são acusados de espionagem nos EUA

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Um especialista cibernético que trabalha na Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos e um médico do Exército e sua mulher foram acusados nesta quinta-feira (29), em casos separados, de tentarem vender segredos americanos a governos estrangeiros.

Em um dos casos, o especialista em segurança cibernética Jareh Sebastian Dalke, 30 anos, trabalhou por menos de quatro semanas na NSA, poderosa agência de inteligência do governo, antes de renunciar repentinamente, no fim de junho, por problemas familiares.

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Nas poucas semanas em que esteve na NSA, Dalke imprimiu documentos ultrassecretos e, depois de sair, ofereceu-os à venda em comunicações online criptografadas com alguém que ele acreditava ser agente de um governo estrangeiro. Na verdade, ele negociava com um agente do FBI disfarçado.

O governo estrangeiro não foi identificado pelo Departamento de Justiça, mas uma declaração do FBI apresentada no tribunal apontou para a Rússia e disse que Dalke se comunicou através de um site na Dark Web criado pela agência de inteligência internacional russa, SVR, para atrair informantes e traidores.

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Dalke, que, de acordo com as acusações, estava com problemas financeiros graves e expressou descontentamento com a sociedade americana, recebeu dois pagamentos iniciais em criptomoeda no valor de mais de US$ 4.900 em troca de evidências de que ele tinha informações ultrassecretas. Dalke pediu US$ 85.000 pelos documentos completos e admitiu ter uma dívida de US$ 237.000.

Após receber outros US$ 11.422 em criptomoeda, ele e o agente disfarçado combinaram a entrega de documentos eletrônicos em Denver, Colorado, nesta quinta-feira. Dalke foi preso no local da entrega e acusado de três violações da Lei de Espionagem. Se condenado, ele enfrenta uma possível sentença de morte ou prisão perpétua.

Em um segundo caso revelado nesta quinta-feira, um médico do Exército americano, major Jamie Lee Henry, e sua mulher, Anna Gabrielian, instrutora de anestesiologia na Universidade Johns Hopkins que fala russo, foram acusados de fornecer informações sobre militares e funcionários do governo americano à Rússia. Aparentemente, o casal tinha como motivação a guerra na Ucrânia.

Um agente do FBI disfarçado entrou em contato com Anna Gabrielian em agosto, depois que ela se aproximou da embaixada russa em Washington oferecendo ajuda, de acordo com a acusação. Em reunião em 17 de agosto, Anna disse ao agente que foi motivada “pelo patriotismo em relação à Rússia”, diz a acusação.

Enquanto isso, Henry disse ao agente que estava “comprometido a ajudar a Rússia” e que queria se juntar às Forças Armadas russas na Ucrânia. “Os Estados Unidos estão usando os ucranianos como representantes de seu próprio ódio à Rússia”, disse ao agente, segundo a acusação.

Ambos foram acusados de conspiração e divulgação ilegal de informações médicas privadas. Acusações de conspiração podem resultar em até 20 anos de prisão.

Fonte: Yahoo!

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