Erasmo Carlos é internado com Covid no Rio de Janeiro

O cantor Erasmo Carlos, 80 anos, que está com Covid, precisou ser hospitalizado para tratar da doença. A informação foi divulgada no perfil do Instagram do artista nesta terça-feira (31).

“Gostaríamos de informar que o Erasmo precisou ser hospitalizado para continuar tratando a infecção por Covid. Ele está em observação e tendo todos os cuidados que precisa para vencer a doença. Agradecemos muito a torcida, orações e carinho de todos os amigos. Continuem vibrando positivo”, dizia a postagem.

Na quinta-feira (26), Erasmo usou o mesmo canal para falar que tinha se contaminado com a doença , mas que estava bem, se recuperava em casa e que estava no terceiro dia de isolamento, como recomendaram seus médicos.

Postagem falando sobre a internação de Erasmo Carlos — Foto: Reprodução/Redes sociais
Postagem falando sobre a internação de Erasmo Carlos (Foto: Reprodução/Redes sociais)

‘Torçam por mim’

Erasmo falou ainda que já tomou as duas doses da vacina contra a doença, em maio desse ano, e que isso deve garantir sintomas mais leves da Covid.

“Oi, gente. Mesmo mantendo todos os cuidados, inclusive vacinado duas vezes, testei positivo para a Covid. Já estou no terceiro dia de confinamento, como mandaram os meus médicos, e peço para que todos torçam para passar rápido”, disse ele na mensagem do vídeo.

A legenda do post ainda ganhou uma mensagem de “Vacina urgente para todos! Se cuidem, se vacinem e torçam por mim”.

Erasmo é um dos grandes entusiastas da vacina, e vem cobrando autoridades em suas redes sociais para que enviem mais doses para o Rio de Janeiro, onde mora, já que os estoques têm sofrido com escassez.

Um dos grandes nomes da Jovem Guarda e maior parceiro musical de Roberto Carlos, Erasmo completou 80 anos em junho desse ano. O cantor tem mais de 600 músicas em seu nome e revelou, em entrevista ao JN, que continua criando.

Cantor já foi vacinado

Erasmo Carlos tomou as duas doses da vacina contra Covid. Nenhuma vacina oferece proteção de 100% contra doenças, mas todas reduzem o risco de infecção, hospitalização e morte, principalmente depois da segunda dose.

É importante lembrar que vacinas funcionam, mas não são infalíveis. Ainda assim, apesar de a probabilidade de infecção após a vacina ser pequena, quanto mais a doença estiver circulando, maior é o risco de o imunizante falhar. Por isso a necessidade de vacinar o maior número de pessoas possíveis o quanto antes.

Fonte: G1

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